Domingo, 21 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

A barca norte-americana “Jabez Howes” corta as frias águas do Pacífico entrando na baía de São Francisco. Este navio de finas linhas e seis panos por mastro foi construído em 1877 nos afamados estaleiros de John Currier, Jr. em Newburyport, Massachusetts, pesando umas massivas 1581 toneladas brutas. Propriedade de George Howes & Co. de Nova Iorque, ganhou a reputação de um dos mais rápidos veleiros do último quarto do séc. XIX. Faria a viagem desde o Atlântico à Golden Gate de São Francisco 17 vezes antes do virar do século. Em 1900 passou para o comércio da madeira do Pacífico e após 7 anos, foi vendido ao Alaskan Packers Association, envolvidos na indústria de enlatados de peixe, e fez inúmeras viagens desde a Sonda de Puget até portos da costa Oeste tanto na América do Norte como do Sul. A 7 de Abril de 1911 durante um violento temporal, o “Jabez Howes” começou a meter água e encalhou carregado em Anchorage Bay, no Alasca. Toda a tripulação e trabalhadores das fábricas de conservas a bordo foram salvos.

 

“Downeaster ´Jabez Howes´ Sailing the Golden Gate” - Charles Robert Patterson



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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

Artur Pastor no seu vasto registo da orla marítima portuguesa, aqui na Nazaré documentando que nem só com os barcos do mar da costa Centro os bois lavravam o mar. Anos 50 e as embarcações híbridas entre a vela e o motor.


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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014
Jornal MARÉ – Junho de 2009.

Jornal MARÉ – Junho de 2009.pdf

 
NAPESMAT - Núcleo de Amigos dos Pescadores de Matosinhos.


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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Aquele Portugal.

 

Capa da revista “Ilustração Portugueza” de 2 de Agosto de 1920. Mais uma vez os pescadores da Costa da Caparica são o tema de abertura, eles e os seus “meia-lua”, barcos-de-mar trazidos gerações antes por gentes da costa Centro que ali instalaram colónia.

 



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Terça-feira, 16 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

Dois pescadores do bacalhau norte-americanos, avistam uma barca francesa ao longe.

 

“Sighting the French Barque” - Jeff Weaver



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Sábado, 13 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

A Benção dos Bacalhoeiros de 1938, no rio Tejo.



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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014
Fáskrúðsfjörður e os “pescadores da Islândia”.

Fáskrúðsfjörður não é mais que um profundo e bonito fjord na costa Leste da Islândia. É também a principal estação de pesca ao bacalhau utilizada pelos pescadores Franceses durante as campanhas de pesca do passado neste país. Entre 1850 e 1914, nalgumas campanhas chegaram a ser cerca de 120 escunas e 5.000 marinheiros provenientes de Dunquerque, Paimpol ou Lorient a vir em trabalho de pesca nestas águas da Islândia. Vinham a terra com mercadorias para troca, como por exemplo vinho ou conhaque que trocavam por roupas e mantimentos frescos. Simples relações de trabalho ou amizade, formaram-se ligações entre os habitantes do fjord e os pescadores e hoje em dia a povoação guarda memórias dessa época.

Na faina os homens estavam munidos de linhas-de-mão e recebiam um pagamento proporcional à quantidade pescada, pelo menos 6.000 bacalhaus cada um por campanha. As condições de vida difíceis a bordo dos navios, a alimentação pouco variada e o clima adverso eram favoráveis a doenças, escorbuto, pneumonia e tuberculose, originando chagas e frieiras. Uma casa construída para os doentes deixou de ser suficiente por alturas de 1897 e vários navios-hospital começaram a suceder-se sobre as zonas de pesca.
O primeiro destes navios, o “Saint-Paul” encalharia trágicamente no estuário arenoso do rio Kúðafljót a 4 de Abril de 1899. Os seus 20 ocupantes foram todos socorridos e os destroços seriam vendidos em leilão, como era tradição nalguns naufrágios; madeiras, velas e cordames, medicamentos, louças, cobertores, rações de comida e barris de rum, conhaque ou vinho, 900 garrafas de vinho tinto. Este navio tornou-se uma mina para os camponeses das povoações vizinhas que estavam habituadas a naufrágios frequentes na zona até aos anos 1950s. Como a venda estava programada para durar 3 dias, foi decidido guardar para o fim os lotes de álcool, de modo a não apressar o seu consumo. Ao visitar o museu de Skógar, descobre-se por exemplo que a madeira do soalho de uma das salas de exposição provém precisamente do “Saint-Paul”.
Ao todo cerca de 400 escunas foram vítimas de naufrágios, tendo-se perdido 15 numa só ocasião de temporal, destroçadas pela costa Sul do país. Para chegar às águas calmas de Fáskrúðsfjörður, era necessário evitar os escolhos dos cabos bem como as ilhas Andey e Skrúður que lhe guardavam a entrada. Com a falta de botes de salvamento a bordo (para ganhar em tonelagem de carga), mais a incompetência de certos capitães adicionada ao alcoolismo eram igualmente as causas de desastres.
À entrada da povoação encontra-se um cemitério fechado onde repousam 49 marinheiros Franceses e Belgas, mas muitos outros ficaram sem sepultura.
O pequeno museu da vila engloba fotografias antigas, cartas e textos da vida dos pescadores, nas quais a rudeza do trabalho e do clima, assim como as saudades de casa são repetidamente evocadas. Numerosos objectos e vestimentas e mesmo um documentário televisivo permitem ao visitante mergulhar na atmosfera da época. A leitura de um diário de bordo datado de 1910 permite a percepção da actividade nos portos e nas estações baleeiras do início do séc. XX.


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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
Pescadores da minha terra.

 

Tio Luíz Nicolau

 



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Sábado, 6 de Setembro de 2014
Aquele Portugal.

 

A vida lagunar por terras do baixo Vouga.

 



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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

Um pescador do estuário do Tejo.

 

“Pescador” - Alfredo de Morais



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Terça-feira, 2 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

Duas jovens varinas na ribeira lisboeta dos anos 50. Foto da Fundação Calouste Gulbenkian.


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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
A Gamela de Coruxo - Galiza.

 A Gamela da comunidade de Coruxo, região de Vigo, é considerada uma evolução da gamela de La Guardia. Sendo um barco barato e de fácil construção, a maioria das gamelas da Galiza são do tipo de Coruxo, de estrutura também simples mas mais reforçada com os corredores a toda a volta. Tal permitiu que se pudesse utilizar madeiras de menor espessura e com isso dar mais ligeireza à embarcação. As suas dimensões variam, mas nunca chegam aos cerca de 5 metros das de La Guardia.

São também construídas na sua totalidade em madeira de pinho e o seu pouco calado facilita bastante a navegação nas zonas rochosas junto à costa, sendo utilizada maioritáriamente dentro das Rias Baixas.
Para ancorar, muitas continuam a utilizar a tradicional poita (poutada em Galego) visível na foto, uma grande pedra presa numa armação de madeira, um dos elementos marítimos mais emblemáticos na faina antiga também por exemplo na Póvoa de Varzim, entre outras comunidades e seus barcos. Os antigos toletes em madeira para a chamada dos remos são hoje em aço inoxidável.
O uso nos últimos anos destes barcos (entre outros) para a vertente de vela lúdica, ajudou também a que se mantivessem no activo, pois a pesca moderna serve-se de diferentes e mais produtivos meios no dia-a-dia. Com isso mantém-se a sua construção tradicional ainda levada a cabo por experientes mestres de carpintaria de ribeira.
Hoje em dia já se começam a ver algumas revestidas a poliester, mas nunca na sua totalidade, como já ocorre com outras embarcações do Cantábrico e Mediterrâneo e os motores fora-de-borda farão com que continuem a ser usadas em pleno século XXI.
Existe também uma gamela com proa e popa quadradas de pequenas dimensões que se usa como auxiliar dos barcos maiores.
 
Texto baseado em: modelismo naval – plano de Staffan Morling.
Fotos de Perez Lorenzo – blog com inúmeras gamelas nas praias.
Construção do modelo de uma gamela de Coruxo.


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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014
Da minha terra.

 

Postal com a imagem de um sargaceiro na praia do Mindelo em Vila do Conde, e as suas antigas casas de aprestos. Uma raridade a cores, bem usada como propaganda turística. Que pena nenhuma destas casas de aprestos ter resistido aos tempos ou ao desinteresse dos locais.

 



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Domingo, 24 de Agosto de 2014
Aquele Portugal.

 

Uma imagem da antiga Nazaré, tão sugestiva que é difícil descrevê-la.

 



publicado por cachinare às 12:09
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014
Arte marítima.

 

Barcos de pesca e pescadores na ilha italiana de Capri, no Mediterrâneo, em 1857.

 

“Fishing Boats at Capri" - Albert Bierstadt



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Domingo, 17 de Agosto de 2014
A preto e branco.

 

Este miúdo recorda-me a minha infância nos anos 80, quando ia pescar com o meu pai exactamente desta forma, nas pedras do cais Sul, ali na Favita. Com umas linhas ou uns arames, um par de anzóis na ponta e isco conforme houvesse, pulga da areia, sarrada, ou lapas, tudo servia para passar uma bela tarde. Eram tardes de Verão que eu desejava sempre que não acabassem, mas as horas não davam tréguas e por volta das 7 da tarde iamos embora comigo a pensar o caminho todo quando seria a próxima vez. Traziamos um saco cheio de marachombas e por vezes um par de lulões em dias de sorte. Mas não era o peixe o mais importante. Magnífica era toda aquela interacção com a beira-mar. A foto é de Artur Pastor.


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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014
Um dóri novo para o “Gazela”.

 

«O veleiro “Gazela Primeiro” (antigo bacalhoeiro português), o veleiro oficial de Filadelfia, E.U.A., transportava 30 dóris quando pescava nos Grandes Bancos do oceano Atlântico.

 

 

Um dóri, é um pequeno bote de madeira usado por um único pescador, que estendia uma longa linha com inúmeros anzóis em busca do bacalhau. Quando o “Gazela” veio para Filadelfia no final dos seus quase 70 anos de vida na pesca, existiam ainda 6 dóris a bordo. Nestes últimos 43 anos, esses dóris deterioraram-se ao ponto de só restar um único dóri original e em péssimo estado.

De modo a evidenciar o papel do “Gazela” como um museu vivo de 113 anos que ensina ecologia e a preservação dos recursos naturais, é importante mostrar como se fazia a pesca à moda das longas linhas, onde somente o peixe grande era apanhado, um de cada vez, método esse que preservava as espécies.

 

 

Assim, em 2011, Tony Souza (na 1.ª foto), de Ottsville, Pensilvânia, E.U.A., um membro voluntário da tripulação do “Gazela”, deciciu construir um novo dóri na oficina de sua casa. O dóri ´37´ juntou-se ao navio em Maio de 2011 e acompanha-o nas suas visitas a portos da costa leste desde Norfolk, Virgínia até à Nova Escócia.

No final de cada dia de pesca, os 30 dóris eram retirados da água e empilhados uns dentro dos outros no deque do “Gazela”. Com o agora novo dóri da oficina de Tony, passam a existir dois dóris que permitem exibir o exemplo do empilhar, e dois dóris para a tripulação do navio usar na prática de os largar e içar a bordo, bem como de neles remar. Como é óbvio, quando existe um par seja do que for, haverá competição!

 

 

 

O “Gazela” largava todos os anos do seu porto em Lisboa, Portugal, para os Grandes Bancos da Terranova. Nos seus últimos anos de faina, o “Gazela” aventurava-se até ao Círculo Polar Ártico em busca do bacalhau. Em 1970 o “Gazela” foi comprado e adicionado ao Museu Marítimo de Filadelfia. Desde então, este grande e antigo lugre-patacho de madeira, tem sido manobrado e mantido pelo Fundo para a Preservação dos Navios de Filadelfia (Philadelphia Ship Preservation Guild), uma organização totalmente voluntária.

 

 

O novo dóri é feito em cipreste da Nova Escócia e carvalho branco da Pensilvânia. Está pintado no tradicional ´sangue de boi´, cor da antiga empresa de pesca do “Gazela”. Grandes números brancos pintados junto à proa identificavam cada dóri. O novo dóri ostenta o número ´29´, escolhido pela pessoa que mais contribuiu para a compra dos materiais de construção. Este dóri ficou pronto a tempo de participar na regata ´Walnut 2 Walnut´, patrocinada pelo Museu Portuário de Filadelfia, a 31 de Maio de 2014.

O dóri ´29´ une-se pois ao dóri ´37´, também construído por mim, no deque do “Gazela”, como parte do museu vivo que é este navio de pesca Português com 113 anos.»

 

traduzido-adaptado do texto original de Tony Souza.

fotos – Tony Souza.

 

O “Gazela” está de momento à procura de uma doca-seca para a há muito necessária tarefa de o tirar da água. Não tem sido fácil encontrar as instalações com o tempo necessário e um preço aceitável. O “Gazela” não tem dinheiro para uma grande recuperação e assim a doca-seca seria somente para inspecção e reparações. O Tony Souza continua a sua campanha em prol de uma extensa reconstrução das obras vivas do casco do navio, mas sem dinheiro não é possível. Só o custo da doca-seca é de 50.000 dólares.

Fica lançado o apelo a algum filantropo ou organização filantrópica que possa ajudar.

 

O Tony Souza pode ser contactado em tjsouz@frontiernet.net ou no 610-847-5017.



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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014
Arte marítima.

 

O mercado de peixe de Fulton,em nova Iorque, é um dos mais antigos dos Estados Unidos, competindo com o mais pequeno Mercado de Peixe de Maine Avenue,em Washington D.C.. O de Fulton é tido como o mais antigo em actividade seguida, desde 1822, até ter mudado de local em 2005.

Esta magnífica obra de Dusan Kadlec retrata-o por finais do séc. XIX, com as enormes proas de navios a pairar bem por cima da rua movimentada, ao tom do luar e dos candeeiros a óleo. Lindíssimo.

 

“Fulton Fish Market by Moonlight, New York” - Dusan Kadlec



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Domingo, 10 de Agosto de 2014
A preto e branco.

 

Dois navios da Companhia Portuguesa de Pescas, o “Liberal Primeiro” e o “Alcatraz” em doca seca da CUF - Estaleiros Navais de Lisboa, Rocha do Conde de Óbidos. A Companhia Portuguesa de Pescas foi fundada em 1920, e situava-se no concelho de Almada, na zona de Cacilhas. O “Alcatraz” era um arrastão em aço, construído pela firma escocesa J. Duthie Torry S.B. C.º, de Aberdeen, em 1920, com 42,18 metros de comprimento. Foto da Fundação Calouste Gulbenkian.


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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014
Pescadores da minha terra.

 

Tio Domingos da Pêdra - O Laranjeira

 



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