Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
Arte marítima.

 

 “Sunset over the Bay” - Alfred Thompson Bricher



publicado por cachinare às 22:06
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Terça-feira, 22 de Julho de 2014
A preto e branco.

 

A Ria de Aveiro em 1910. A magnífica e impagável silhueta da tradição lagunar.



publicado por cachinare às 11:59
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Áreas de pesca da Terra Nova e Labrador.
Este mapa ilustra bem a riqueza das pescas até meados do séc. XX na Terra Nova e Labrador, nomeadamente das suas extensões, três formas de pesca do bacalhau e outros tipos de safra. Hoje em dia devido aos malefícios da pesca massiva e industrial (o “moderno” problema da ganância aliada à tecnologia), já nada é assim. Foi-se o bacalhau, foi-se o arenque, foi-se o alabote... e a lista não pára. Ressaltam no mapa sem dúvida os Grandes Bancos da Terra Nova, velhos conhecidos dos Portugueses e de enorme extensão, sendo considerados o “reino” do melhor bacalhau. Abaixo pela esquerda o também conhecido Georges Bank, bastante frequentado pelas escunas Canadianas e Americanas.

Por motivos que não são novos ou específicos do Canadá, como interesses politico-económicos, dúvidas científicas e preferir remediar do que prevenir, em cerca de 50 anos esta nação perdeu tão vasto e rico recurso assistindo sem actuar ou acreditar em males maiores, a enormes frotas de navios estrangeiros a varrerem os fundos à vontade. Nos inícios dos anos 90 “descobriram” que o peixe acabara.

Costumo referir que o método de pesca à linha, em que Portugal muito se baseava, não era “destruidor” dos recursos. Na frenética busca de lucro, a pesca à linha teve o seu fim também em Portugal em 1974, quando um par de navios ainda a realizava. Sem querer dar a utópica imagem de que certos tipos de pesca deviam ser o máximo possível à linha (pois o super-produtivo mundo de hoje não vive dessas “artes retrógradas”), a infeliz imagem que tenho do futuro das pescas é a de uns poucos mega armadores com os seus gigantescos navios que mesmo com restrições, tratam de pescar a quota de cada ano num abrir e fechar de olhos. Acabaram os portos cheios de bonitos navios e de gente, o enorme número de pescadores que deixava o país, a ânsia da espera. Não gosto de ver a arte do mar mecanizada em excesso, pescadores que nem vêm o mar, tão grande e industrial é o navio. Goste-se ou não, todo o universo da real união entre o mar e o homem desaparece com a grande pesca industrial. Mesmo em menor escala o comprovo. Hoje em dia os pescadores da minha terra e por Portugal fora, cada vez mais transformam os seus barcos de 10 e 20 metros em “aberrações” visuais em nome da maquinaria e entendo, melhores condições de trabalho para os pescadores. Tem de se aceitar, mas ninguém lhes tira fotos ou escreve livros sobre eles ou ficarão imortalizados na memória. São apenas objectos de trabalho para desmantelar (ou afundar) um dia. Tenho visto novos barcos de pesca, já em alumínio ou fibra que são uma autêntica “banheira” ou em forma de caixote e sem acreditar naquilo pergunto para onde foi o barco de longas e bonitas linhas e curvas. No que se tornou a construção naval em Portugal? Bem sei que os novos são mais baratos e fazem-se mais rápidamente (e com menos pessoal), mas é preciso manter algum gosto.

Terminando com o “devaneio”, impressiona-me o fim da riqueza cultural que se nos advinha, do trabalho e seus instrumentos. Ainda não sei se cada vez mais a vamos recuperar, altiva como era, ou se nos deixamos afundar no marasmo da vida fácil e consumista.

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publicado por cachinare às 09:40
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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
Aquele Portugal.

 

A Ribeira lisboeta, num passado não muito distante.



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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
Da minha terra.

 

Outra das grandes figuras do mar poveiro, o Patrão Sérgio (João Martins Areias), 1846-1911. «Pescador heróico, Patrão do salva-vidas, filho de mestres lanchões, herdou do pai, sucessor do Cego do Maio, as qualidades de mestria e coragem que haveriam de tornar conhecido em todo o país este Lobo do Mar. Mais de cem vidas foram salvas graças à sua teimosia e destemor.»

 

via Câmara Municipal da Póvoa de Varzim online

 



publicado por cachinare às 01:42
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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
Arte marítima.

 

A travessia do porto num pequeno bote até ao navio.

 

“Crossing the Harbor” - Abraham Hulk



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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
A preto e branco.

 

O ponteagudo barco da arte xávega de pequeno porte da Nazaré e dois pescadores ostentando a vestimenta local, bastante antiga e que resistiu aos tempos. Como se estivéssemos a ver pescadores na Idade Média. Foto de Artur Pastor.

 


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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
“E vós, ó cousas navais, meus velhos brinquedos de sonho!”.

 

O título deste artigo, uma expressão de Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), define muito bem o que representam as coisas navais para mim e certamente para tantos mais no nosso país. Nos últimos 6 anos, meti mãos-à-obra e iniciei o trabalho em modelos de barcos tradicionais portugueses, iniciando-me com um relativo à pesca do bacalhau e outro da família do conhecido barco poveiro, do noroeste português, uma catraia.

 

No entanto, quando as condições se reuniram, antes de tudo estava primeiro a memória e nessa memória estava o meu primeiro "modelo", teria eu uns 10 anos. Por isso, a primeira coisa que fiz foi arranjar uma simples lata usada e transformá-la num barco, tal como o meu pai me ensinou há mais de 30 anos atrás. Naquele dias, foi feito com uma faca de mesa velha e um martelo, nada mais. Agora, já recorri ao alicate e tesoura, para uma proa e ré mais elaboradas.

Era com brinquedos destes e outros que os chamados "ratos-de-água" brincavam na pequena ondulação dos fieiros abrigados e se imaginava o dia em que iriamos andar dentro dos barcos grandes ancorados. O destino não o quis assim e hoje, noutro país sentado em trabalho frente a um computador, continuo com a mente nos barcos e no mar, certo que é junto deles o meu lugar.
O barco de lata, para o qual sempre vou desviando o olhar, foi sem dúvida um "brinquedo de sonho".


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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014
Da minha terra.

 

Um dos heróis de maior destaque do mar poveiro, o Patrão Lagoa (Manuel António Ferreira), 1866-1919, imortalizado pelo seu papel nos salvamentos dos naufrágios do “S. Raphael” da armada portuguesa em 1911 na foz do rio Ave e do vapor de passageiros inglês “Veronese” em 1913. Interviu e colaborou também em centenas de salvamentos na enseada poveira.

 



publicado por cachinare às 15:23
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2014
Aquele Portugal.

 

«Da rocha a pique sobre o mar, a vila branca
Parece espiar ansiosamente o horizonte.
De olhar assim o mar nada e ninguém arranca,
Como se o mar a amedronte.
As casas pobres sobre a praia são fechadas
Como muralhas, com vigias por janelas.
Vivem de costas voltadas
Para as ondas e as estrelas.
Dir-se-á que ainda há nestas casas o horror
Das escaladas dos piratas levantinos.»

 

Poema sobre Albufeira que em representação desta praia, ganhou o Concurso de Poesias sobre as Praias do Algarve em 1945.



publicado por cachinare às 00:26
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2014
A preto e branco.

 

Num periódico de 1975, escrevia-se assim sobre o estado das pescas... «Tentacularmente envolvido pelo “monopólio Tenreiro” também ex-ministro de uma estranha organização paramilitar (a pesca do bacalhau), o sector das pescas, como temos estado a tentar insinuar, já pela sua diversidade já pelo seu aspecto de organização fechada, é um sector vital para o abastecimento do País, mas pouco permeável à informação da população que se vê obrigada a pagar preços escandalosos por peixe tantas vezes duvidosamente fresco, e isto sem se poder aperceber das verdadeiras razões por que o tem de fazer.

Do lado dos pescadores, a situação também não é brilhante, embora o mesmo não possa ser dito em relação aos mestres e armadores: ganhos insuficientes e irregulares, tendo em conta a perigosidade da profissão. No capítulo da assistência e previdência, a maré está longe de ser favorável, atingindo os velhos pescadores não abrangidos pela Previdência que recebem de facto, mas não de direito, o subsídio (esmola) de 200$00.(...)

Com a liquidação definitiva da era salazarista, terminou para a indústria da pesca portuguesa a ditadura tenrista. E note-se que, entre uma e outra figura, se reconhece a existência de uma distância estelar. Jamais se registou na história económica do Ocidente um caso análogo ao do almirante Tenreiro, sem cuja licença foi impossível mexer uma palha durante quatro decénios, em matéria de pesca. Isto num país precursor da pesca longínqua ao bacalhau e que afrontou os maiores riscos da História, desde que os irmãos Corte-Real e Cabot se deslocaram aos bancos da Terranova.

Portugal, pela sua posição atlântica e pela estratégia pesqueira que podia desenvolver, desde bases instaladas no país e nas suas províncias ultramarinas, desde os Açores até Moçambique, podia e devia converter-se sem grande esforço numa das grandes potências pesqueiras mundiais... .»

 

Não foi por a era salazarista ter terminado que as pescas melhoraram a nível nacional. Na verdade, a política do abate imperou especialmente desde 1986 e os pescadores continuam a ganhar consoante o estado do tempo, o que o mar dá e o que o mercado paga, o que tantas vezes continua a significar fome ou emigração. Até 1974, era ainda natural para os portugueses ter os pés sobre a água, fosse nas pescas, nos transportes, na cabotagem, militarmente, etc. Após isso tudo se abateu, em prol sabe-se lá de quê.



publicado por cachinare às 01:17
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Domingo, 25 de Maio de 2014
Arte marítima.

 

Retrato de uma tempestade de neve no, para mim, mais deslumbrante país escandinavo, a Noruega, onde as suas paisagens são as mais belas ilustrações do significado de “Norte”. Aqui podemos apreciar os belos e conhecidos picos que brotam do mar, as ilhas Lofoten.

 

“Brandøysun, 1924” - Gunnar Berg



publicado por cachinare às 14:33
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Quinta-feira, 22 de Maio de 2014
3º Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios.




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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
Aquele Portugal.

 

Imagem de marca do Douro e vinho do Porto, o barco rabelo diria que passa quase despercebido precisamente por ser tão óbvia a sua associação ao rio e à cidade. Digo despercebido no que refere à sua história e características, pois pouco ou nada se alterou na sua arquitectura durante séculos. É uma relíquia de saberes trazidos por gentes do Norte da Europa há muito tempo, mas julgo que quase ninguém olha para ele dessa forma. O que normalmente se vê nele são “pipas e um leme curioso”. É pena.

 



publicado por cachinare às 23:01
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014
Da minha terra.

 

Mais uma imagem da tradicional venda de peixe na Póvoa de Varzim, a qual foi “limpa” dali por não se adequar sabe-se lá a quê. Se isto estava completamente errado, pergunto porquê que era colocado em postais turísticos.

 



publicado por cachinare às 21:59
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2014
Arte marítima.

 

“Rochedos da Boa Nova, Leça” - António Ramalho



publicado por cachinare às 11:31
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
A preto e branco.

 

 

Uma fotografia de Alan Villiers da figura de proa do veleiro “Joseph Conrad”, veleiro esse que ele próprio adquiriu em 1934, salvando-o do abate. Originalmente construído na Dinamarca em 1882 sob o nome de “Georg Stage”, Villiers foi seu dono durante apenas 2 anos, passando depois para diferentes proprietários norte-americanos até 1945, altura em que ficou sob alçada do Mystic Seaport, um museu marítimo do estado do Connecticut, E.U.A..



publicado por cachinare às 16:24
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Quarta-feira, 19 de Março de 2014
O “Saint-Simon” – França.

O “Saint-Simon” foi um lugre construído em 1899 em Saint-Malo, Bretanha para o armador Simon Duhamel Père de Fécamp, com 42,33 metros de comprimento e 9,16 de largura, em tudo semelhante ao da 1ª foto. Aparelhado para a Grande Faina do bacalhau (o “ouro branco”) somente em 1914, o lugre figurava entre a grande frota de navios armados em Fécamp para a Terra Nova. Entre 1915-1918, é comissionado para a cabotagem internacional devido à I Guerra Mundial e voltando mais tarde à pesca do bacalhau, faria a última campanha em 1925 junto com o conhecido “Marité” (que fazia a sua 2ª), lugre esse sobre o qual escrevi anteriormente um artigo e que ainda hoje navega totalmente restaurado. O “Saint-Simon” era practicamente igual ao “Marité”, diferindo apenas no mastro central. O ano de 1926 seria trágico para o “Saint-Simon”. Em Abril desse ano enfrenta um forte temporal e sofre danos consideráveis e à chegada a Cherbourg, o veleiro é rebocado por um vapor Inglês. Outubro desse mesmo ano seria fatal para a embarcação. Transportando cerca de 500 toneladas de sal vindo de Sevilha, Espanha com rumo a Fécamp, para a indústria da conserva de peixe, à chegada a 11 de Outubro verifica-se a ausência de piloto na barra e ventos de grande força impedem-no de entrar. O vento aumenta para cerca de 100 km/h e o navio iça velas rumo a Dungueness para se abrigar. Devido à força de mar, o veleiro cede, começando a meter cada vez mais água e o Capitão apercebe-se que na impossibilidade de alcançar Fécamp, terá de rumar a Dieppe, em condição de excesso de carga, pouco manobrável e com tripulação reduzida. Pelas 13:30 ao largo de Sant-Valéry-en-Caux tenta chegar a Ailly, mas pelas 17:00 as condições a bordo tornam-se insuportáveis e inicia-se então o abandono do navio. O Capitão incendeia o lugre de modo a não causar danos à navegação local e a tripulação, dentro de um dóri e de uma chalupa é recolhida por um navio de Dieppe, o “Roco 803”. Perdia-se assim o “Saint-Simon” a 11 de Outubro de 1926, sem se perder nenhuma vida dos 13 membros da tripulação.

Um grupo de mergulhadores amadores pertencentes à associação de pesquisa de naufrágios na Mancha Este, GRIEME (Groupe de Recherche et d´Identification des Épaves de Manche-est) localizava em 2004 o local do naufrágio deste antigo lugre da pesca do bacalhau. A descoberta teve grande repercussão nos media, o que ajudaria a descobrir muita da história da embarcação. Tendo sido destruído totalmente acima da linha de água pelo fogo, poucos eram os objectos a recuperar, mas entre eles, talvez o mais simbólico foi descoberto “disfarçado” pela crosta de 78 anos no fundo do mar: o sino de sinalização do navio, com 48 kg, altura de 52 cm e diâmetro de boca de 38 cm.
Todos os objectos recolhidos encontram-se hoje no Museu dos Pescadores da Terra Nova em Fécamp.
Este lugre assemelhava-se bastante ao lugre-patacho Português “Gazela Primeiro”, hoje pertença do Museu Marítimo se Philadelphia, E.U.A., que pescou na Terra Nova ao bacalhau cerca de 70 anos sem interrupção.
 
Site oficial do GRIEME (em Francês). – Inclúi fotos e vídeos sobre o “Saint-Simon”.


publicado por cachinare às 12:33
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Terça-feira, 18 de Março de 2014
Pescadores da minha terra.

 

José da Silva Braga - O Peroqueiro

 



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Terça-feira, 11 de Março de 2014
Aquele Portugal.

 

«És forte como o mar, feliz como a sereia.

És como peixe a nadar, fino, tal como areia.

Perspicaz como a gaivota, rápido como o peixe-espada,

Leve como a branca vela levada pela nortada.

O teu corpo musculado, o jeito do teu andar,

Os teus braços calejados dos remos tanto puxar.

Tuas redes estão desertas mas olhas o mar de frente.

Para a faina, logo despertas: voltas ao mar novamente.

Pescador, homem rude! Na tua face crispada,

Que esse encanto não mude – tens muito e não tens nada.

Uma vida de tormento para não pedir esmola.

Tanto peixe e tanto vento p´ra morrer junto da aiola.»

 

Manuel Chochinha, pescador de Sesimbra - 2008.



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