Sábado, 4 de Julho de 2015
A preto e branco.

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A bordo do lugre-patacho “Gazela Primeiro”, Eduardo Lopes fotografa o lindíssimo lugre “Hortense” cerca de 1953.



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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015
Aquele Portugal.

 

Foto kodachrome de W. Robert Moore publicada na revista National Geographic nos anos 30, com mulheres e crianças da Nazaré.



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Domingo, 21 de Junho de 2015
Arte marítima.

Charles Henry Gifford - Battersea Bridge, London

Movimento fluvial no Tamisa, Londres.

“Battersea Bridge, London” - Charles Henry Gifford

 



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Sábado, 13 de Junho de 2015
Livro "A Masseira Ancorense".

convite MASSEIRA

 

 



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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015
A preto e branco.

Peter Iredale on Clatsop Beach. The wreck occured

A barca “Peter Iredale” encalhou na praia de Clatsop Spit em 1906, perto do canal do rio Columbia, Oregon, E.U.A.. Ainda hoje passados mais de 100 anos é possível ver os restos da sua estrutura altivos no areal.


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Terça-feira, 9 de Junho de 2015
Aquele Portugal.

 

À força bruta, na Nazaré se metiam contra a rebentação as motoras de pesca, fruto de uma comunidade que na altura não tinha porto e como tal tudo era varado no areal.



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Quinta-feira, 4 de Junho de 2015
Arte marítima.

Edwin Thomas Roberts - Monsters of the Deep

“Monstros das profundezas”, título que ilustra o fascínio das criaturas do mar nas crianças que rodeiam o barco, acabado de chegar da faina.

“Monsters of the Deep” - Edwin Thomas Roberts



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Segunda-feira, 1 de Junho de 2015
A preto e branco.

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Tradicional trabalho de atar redes na Póvoa de Varzim. De notar o segurar da rede nos dedos do pé. Foto de Artur Pastor, 1953.


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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015
As companhas poveiras de Porto Alexandre - Angola.

“No cais, lá estavam os escaleres dos poveiros, com um pouco de água a estremecer no fundo e encharcadinhos de sol.” - in CASTRO, Ferreira de. A Selva, Livraria Editora Guimarães & Cª , Lisboa, 1957 (18ª edição), p. 75

Estes poveiros, de Ferreira de Castro, arribariam a Porto Alexandre em 1921.

“A ida dos pescadores da Póvoa de Varzim para Angola e Moçambique está relacionada com a emigração dos poveiros para o Brasil. Em 1920 as autoridades brasileiras determinaram que os pescadores estrangeiros só poderiam continuar a actuar nas águas do Brasil desde que: se naturalizassem brasileiros até 12 de Outubro do referido ano; nacionalizassem as suas embarcações; organizassem “companhas” de modo que dois terços da tripulação de cada barco fosse brasileira.
Os pescadores da Póvoa de Varzim obedeceram às duas últimas condições arvorando nos seus barcos a bandeira do Brasil e pedindo, através de editais, a colaboração de tripulantes brasileiros. Mas como, na sua quase totalidade, se escusaram à naturalização, tiveram de regressar à Póvoa, em número de cerca de mil. Em 30 de Outubro de 1920 chegou a Lisboa o primeiro contingente de 250 pescadores, seguindo-se-lhes outro grupo, de 302, desembarcados em Leixões em 5 de Novembro…
Embora com os marítimos da Póvoa de Varzim tivessem regressado do Brasil - e pelos mesmos motivos - pescadores de outros lugares da nossa costa, o conjunto poveiro sobrelevou, em amplíssima escala, os pequenos contingentes dos restantes centros. Daí o facto de na Póvoa de Varzim se virem a sentir de um modo mais dramático os problemas sociais e económicos derivados do retorno de tão grande massa de indivíduos, para cuja utilização nada estava preparado. Extintos os ecos da recepção calorosa e romântica, cedo se verificou que uma crua miséria enlaçara bastantes dos que haviam voltado, e ameaçava muitos mais, tornando-se urgente a tomada de medidas que evitassem tamanha e injusta desgraça…”

Por outro lado, Norton de Matos que queria “assentar no litoral do sul de Angola as bases de uma indústria piscatória voltada para o futuro, lançou a ideia da instalação de uma colónia de poveiros em Porto Alexandre, facilitando a solução de todos os pormenores decorrentes da sua proposta.

“Em 24 de Fevereiro de 1921, no paquete “África”, partiam de Lisboa para Porto Alexandre 62 dos pescadores poveiros regressados do Brasil, que chegaram ao seu destino em 14 de Março; à frente tinham sido enviados os seus barcos e aprestos, que às praias africanas levavam, pela primeira vez, elementos típicos do areal e da enseada da Póvoa. Entretanto o General Norton de Matos mandara construir em Porto Alexandre um bairro destinado às famílias dos pescadores poveiros, a fim de as atrair e fixar ao solo de Angola.” – in GONÇALVES, Flávio. Os pescadores poveiros em Angola e Moçambique , Póvoa de Varzim Boletim Cultural, volume VI nº 2, C.M. da Póvoa de Varzim, 1967. pp. 286/288

“Um dos pescadores poveiros idos para Porto Alexandre, Manuel Francisco Trocado , dizia em carta dos finais de 1921: “Acrescentarei ainda que o sistema de pesca que adoptamos é muito fácil: fizemos uma sacada, como uma nassa, que nos importou em 2 contos. Lança-se ao mar, seguras as extremidades por 2 barcos, e em um, ou, no máximo em dous lanços, carregamos o barco de peixe”. – in “O Comércio da Póvoa de Varzim”, 11/10/1921

 
Pesquisa e texto complementar de Admário Costa Lindo – blogue GeoHistHaria.
 
«Estava-se em 1931, quando foi publicado o seu pri­meiro relatório de serviço (Carneiro, Carlos (1931) – A indústria da Pesca no Distrito de Moçâmedes. Anais Serv. de Veter., pág. 19-20). Nesse tra­balho começa por evocar o ano de 1921, quando no Brasil uma lei idêntica à que dera origem à primeira colonização de Moçâmedes voltou a ser publicada exigindo que os pescadores portugueses, que exerciam a sua actividade nas águas do Brasil adoptassem a nacionalidade brasileira. Carlos Carneiro escreve que: “Em massa repudiam tal violência e regressam ao seu país”. Essa lei acabou por ser revogada e o Brasil vol­tou a permitir a entrada de todos os pescadores poveiros que em águas brasileiras quisessem pescar. Era então Alto-Comissário em Angola o General Norton de Ma­tos que logo determinou que todos os repatriados que quisessem poderiam organizar-se em colónia piscató­ria na baía de “Porto Alexandre”. Imediatamente co­meçaram as construções de habitações e de instalações modelares para a preparação do peixe. Os poveiros en­contraram bom acolhimento mas a demissão de Norton levou ao abandono da colónia, ainda em implantação e acolhimento. Alguns desses poveiros voltaram para as suas terras de origem ou deslocaram-se para outros pontos de Angola e Carlos Carneiro conclui: “Não fracassou esta tentativa de colonização porque muitos desses poveiros estão trabalhando em Angola, por sua conta ou ao serviço das indústrias de pesca e são, sem receio de confronto, os melhores que no sul se encon­tram. Ficou também de pé o elegante bairro poveiro que embeleza a mansa baía de Porto Alexandre e que constitui um dos muitos padrões de glórias do governo, formidavelmente grandioso do Excelentíssimo Gene­ral Norton de Matos”.
 
Por A. M. Mendes -  Pescas em Portugal: Ultramar – um apontamento histórico – Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias

 

A rara imagem neste texto mostra, como se pode ler, uma dessas primeiras catraias poveiras que chegaram a Angola a partir de 1921. Ouvi várias vezes falar da diáspora poveira por terras do Brasil, onde as suas lanchas de pesca ganharam fama, mas a diáspora africana só agora a começo a descobrir. Poderia estar mais divulgada essa página da história poveira.



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Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Aquele Portugal.

 

A bonita proa fina de um barco da neta, da Nazaré.



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Sábado, 16 de Maio de 2015
Arte marítima.

Edward Seago - on the tagus

No rio Tejo de meados do século passado, por entre o movimento fluvial, lugres bacalhoeiros aguardam a partida.

“On the Tagus” - Edward Seago



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Terça-feira, 12 de Maio de 2015
A preto e branco.

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Duas pequenas catraias saem para a pesca na Póvoa de Varzim em 1953, muito possivelmente catraias de pescadores da “Favita”, o areal fronteiriço da Poça da Barca, já em administração de Vila do Conde. Foto de Artur Pastor.



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Domingo, 10 de Maio de 2015
Aquele Portugal.

 

Foto de Volkmar K. Wentzel publicada na revista National Geographic por alturas dos anos 60. Dia de névoa e um grande barco do mar da costa Centro aproxima-se do areal após largar a rede da xávega.



publicado por cachinare às 22:19
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2015
Arte marítima.

Charles Cottet - In the Port, 1895

A Bretanha e seus barcos.

“In the Port, 1895” - Charles Cottet



publicado por cachinare às 20:33
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2015
A preto e branco.

traineira SANTA IRENE

A traineira “Santa Irene 2”, peculiar pelo arranjo do convés.



publicado por cachinare às 21:12
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015
O bote polveiro – Galiza.

 

 

«Junto com a dorna, a gamela, a lancha de relinga e outras embarcações, o bote polveiro é um dos barcos tradicionais emblemáticos da costa da Galiza. O bote polveiro de Bueu é uma embarcação muito estável, forte e pesada, de casco redondo, a boca é metade do seu comprimento, baseando-se a sua morfologia, segundo S. Morling, na lancha de relinga. Representa pois bem o que eram as embarcações antigas daquela zona da Galiza. O seu comprimento ronda os quatro metros, é coberto em cerca de 1/3 e quase todos têm um viveiro ao centro. Também se faziam uns mais pequenos de três metros e meio e outros maiores que chegavam aos cinco metros e meio.

Existem registos que atestam a grande importância da apanha do polvo na Ría de Pontevedra desde meados do século XVI até meados do século XVIII, regulando-se as épocas de venda e as artes permitidas, demonstrando este bote total superioridade nas águas rochosas da ria.

Construía-se em madeira de carvalho (quilha, roda de proa, cadaste e cavernas) e pinho para o forro, bancos, cobertas e mastro. Os remos são como os da dorna, de duas peças e que se cruzam ao remar.»

 

via Modelismo Naval

 

O pequeno documentário acima mostra-nos o bote polveiro da Associação Amigos das Embarcacións Tradicionais "Os Galos", de Bueu. O seu presidente, Victor M. Domínguez Antas, mostra-nos na 1.ª pessoa o manobrar deste bote, quer a remos, quer à vela.

E as nossas catraias das Caxinas e Favita... onde andam?



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