Segunda-feira, 20 de Outubro de 2014
A preto e branco.

 

Uma imagem bastante antiga da Nazaré, com uma moça encostada a uma grande barca local, perscrutando o horizonte.


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Sábado, 18 de Outubro de 2014
“Viana e a Pesca do Bacalhau”.

viana pesca bacalhau livro 2013

«O Centro de Estudos Regionais apresentou no passado dia 16 de Agosto (de 2013) o livro “Viana e a pesca do bacalhau”, de Manuel de Oliveira Martins. A sessão de apresentação decorreu no Museu de Artes Decorativas e antecedeu a abertura da exposição “Viana, fiel amiga do Mar. Memórias da Empresa de Pesca de Viana”, promovida pelo Centro de Estudos Regionais, Junta de Freguesia de Monserrate, Câmara Municipal de Viana do Castelo e Comissão Social da Freguesia de Monserrate.

O livro, composto por 420 páginas e profusamente ilustrado, integra a coleção “Seiva” das edições do Centro de Estudos Regionais e reúne informação histórica e antropológica sobre a relação da região com a pesca do bacalhau. A publicação aborda os principais momentos da história daquela atividade, apresenta as empresas e os navios que estiveram ao seu serviço, reúne vários depoimentos e menciona as personalidades que se evidenciaram na cidade de Viana do Castelo na promoção do desenvolvimento desta atividade económica. O livro destaca a Empresa de Pesca de Viana e as figuras que foram responsáveis pela sua administração, entre as quais sobressai João Alves Cerqueira. A apresentação ocorre precisamente no dia em que se cumpre o centenário da fundação da firma que esteve na génese da Empresa de Pesca de Viana.

Manuel de Oliveira Martins, natural de Vale de Cambra, é um apaixonado pelo mar. Tendo seguido a carreira de Oficial da Marinha Mercante, fixou-se em Viana do Castelo onde exerceu, durante quase 20 anos, a função de Piloto da Barra. Durante vários anos, o autor do livro dedicou-se à pesca do bacalhau, experienciando as suas diversas modalidades – pesca à linha, pesca com redes de emalhar e pesca de arrasto clássico e de popa –, embarcado em diversos navios, alguns dos quais inscritos no porto de Viana do Castelo. É autor do livro “Pilotos da Barra de Viana do Castelo. 100 Anos de História (1858-1958)”, editado pelo Centro de Estudos Regionais.»

 

via CER – Centro de Estudos Regionais.



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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2014
Aquele Portugal.

 

Uma antiga barca de Sesimbra já com convés e motor instalado, por volta da década de 60, uma bela decoração e um nome à primeira vista difícil de pronunciar, “BONSOLHOSTEVEJAM”. Que pena hoje em dia os nossos olhos já não verem embarcações destas.



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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014
Arte marítima.

 

Uma edição do The Saturday Evening Post de Dezembro de 1932, com um grande clipper numa cena de alvorada.

 

“Red Sky at Morning” - Anton Otto Fischer



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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014
A preto e branco.

 

 

Um reflexo do rio Tejo por Eduardo Gageiro, certamente ao entardecer com os putos a desfrutar da harmonia e paz da beira-rio, barcos e velas no horizonte.


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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014
Aquele Portugal.

 

Princípios dos anos 80 com um barco do mar de menor porte, na praia da Torreira. Parece ser ainda totalmente original, sem motor adaptado.



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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2014
Arte marítima.

 

Escunas de pesca ao bacalhau norte americanas durante a sua faina nos Bancos e em grande plano o armar dos dóris para serem arriados. Um dos mais extraordinários artistas a retratar a pesca nos Bancos.

 

“Cod Fishing Schooner” - Thomas Hoyne



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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2014
A preto e branco.

 

Leo Jahn-Dietrichstein, fotógrafo austríaco nascido em 1911, lançava em 1957 através da Argentic, esta obra sobre Portugal, nomeadamente sobre os seus pescadores, camponeses e feiras, os seus sonhos fossilizados e o milagre de Fátima. Uma capa introdutória belíssima, com os redondos meias-luas da Costa da Caparica.



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Sábado, 4 de Outubro de 2014
“Balclutha”.

Para além de serem navios extraordinários da Era da vela, são duas as razões principais pelas quais escrevo sobre o “Balclutha”: o facto de Alan Villiers estar ligado a ele e o modelismo naval, pois existem os planos disponíveis para quem o queira construír. Ainda assim, como modelista, prefiro que se ponham projectos de navios / barcos Portugueses na frente da lista.

Este grande veleiro de transporte mercante foi construído e lançado à água em 1886 nos estaleiros de Charles Connel & Company, próximo de Glasgow na Escócia. A sua rota principal seria constantemente dobrar o Cabo Horn, na América do Sul. A 15 de Janeiro de 1887, com uma tripulação de 26 homens, o “Balclutha” partia sob bandeira Britânica do porto de Cardiff, no País de Gales, para a sua viagem inaugural, com destino a São Francisco, E.U.A.. O navio entrava nessa cidade em Golden State depois de 140 dias de mar, descarregando a carga de 2.650 tons. de carvão que trazia e carregando trigo da Califórnia. Devido às viagens oceânicas de meses, o “Balclutha” fazia uma só viagem anual de ida e volta enquanto esteve envolvido no comércio de cereal. Veio 3 vezes a São Francisco, trazendo também porcelanas, whisky e metais em bruto. Por meados dos 1890s passou a dirigir-se a outros portos como na Nova Zelândia onde carregava lã destinada a Londres.
Em 1899 o navio foi transferido para bandeira do Hawaii e juntou-se ao concorrido transporte de madeira do Pacífico. Durante 3 anos o “Balclutha” velejou para Norte até à Sonda de Puget, Washington e de lá para a Austrália. A maioria dos “pés de madeira” (medida usada na altura) que transportou acabariam no subsolo, usados nas minas de Broken Hill, na Austrália. Este navio foi o último a arvorar bandeira do Reino do Hawaii. Em 1901 passou para registo dos E.U.A. com destino ao comércio costeiro entre portos Americanos. Pouco depois a Alaska Packers Association, dedicada à pesca e processamento de salmão, adquiriu-o para transportar homens e bens para o Alaska.
Após um encalhe em 1904, mudou de nome para “Star of Alaska” até 1930, quando já era o único navio a transportar cerca de 200 trabalhadores para o Norte e nesta altura já o navio mostrava “cansaço”. Frank Kissinger comprou o “Star of Alaska” em 1933 por 5.000 dólares e mudou-lhe o nome para “Pacific Queen”. Levando o navio para Sul, Kissinger ancorou ao largo da Ilha de Catalina, onde apareceu no filme “A Revolta na Bounty”. Pouco depois passou a ir de porto em porto na costa Oeste, exibido como “navio pirata”, deteriorando-se e escapando por pouco a depósito de sucata na II Guerra Mundial.
Em 1954 o Museu Marítimo de São Francisco, detentor de dois ex-bacalhoeiros, o “Wawona” e o “C.A. Thayer”, adquiriu o “Pacific Queen” e através de donativos, materiais e trabalho das gentes locais, restaurou o navio e atribuiu-lhe o nome original. O navio foi transferido para o National Park Service em 1978 e designado Monumento Nacional em 1985. Hoje em dia é um dos vários navios originais atracados em exposição do Museu. Mensalmente organiza por exemplo um festival de “Shanties”, músicas tradicionais de marinheiros.
Alan Villiers, o capitão Australiano que fez uma campanha ao bacalhau durante 6 meses a bordo do lugre-motor Português “Argus” em 1950, escreveu em 1955 um livro sobre o “Balclutha” intitulado “Duas Histórias na Vida do Navio Balclutha”.
 
Uma vez que o navio existe hoje em dia e são inúmeras as fotos do mesmo (basta procurar), é possível construír um modelo excelente e para isso cá fica o link para os planos do navio. Os planos são excelentes e encontram-se no site da Biblioteca do Congresso Americano. Pode-se fazer o download em duas resoluções, sendo a maior verdadeiramente "gigante".
Todos os detalhes possíveis estão lá publicados e bastará aliá-los às fotos.
 
Biblioteca do Congresso Americano - "Balclutha"


publicado por cachinare às 02:22
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2014
Aquele Portugal.

 

Vila Real de Santo António há muitos anos atrás, com formosas traineiras e embarcações de cadaste, tão comuns no Algarve da altura.



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Terça-feira, 30 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

A chalupa “Shamrock V” foi a primeira da Classe J a ser construída e a única em madeira que chegou aos dias de hoje, sempre em comissão ininterrupta. Foi lançada em 1930 para Sir Thomas Lipton e tendo passado por vários donos, desde 1998 que é detida pela Newport Shamrock V Corp..

 

“´Shamrock V´” - John Mecray



publicado por cachinare às 14:15
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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

Uma perspectiva da imponência de dois navios da Companhia Portuguesa de Pescas, o “Liberal Primeiro” e o “Alcatraz” em doca seca da CUF - Estaleiros Navais de Lisboa, Rocha do Conde de Óbidos. São dois exemplos de um periodo do séc. XX onde a destruição dos leitos marinhos pela era do arrasto a vapor avançava já desde finais do séc. XIX... até aos dias de hoje, no entanto o papel de Portugal nessa destruição foi (e é) ínfimo, comparado com outras nações europeiras.


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publicado por cachinare às 00:26
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014
“A Kid´s Book on Boatbuilding”.

Esta pequena obra de 32 páginas editada em 2001 com o título “Um Livro para Crianças sobre Construção Naval”, explica de uma forma fácil como se constrói um barco em madeira e o que uma criança experimentaria ao construír um, desde as ferramentas básicas, as diferentes partes do barco e seus desenhos, sons e mesmo cheiros inerentes a esta arte em madeira.

A ilustração da capa só por si representa muito bem o conceito básico da construção naval, com os devidos “suportes” e equilíbrio. É um bom exemplo para mostrar a uma criança o que o mar significa, como os homens se movimentam nele e como a partir de árvores se produz tão “diferente objecto”. Além disso, independentemente da idade, a construção naval em madeira (a “carpintaria de ribeira”) é uma arte de grande mestria e ensinamentos para muita gente.
Deveria ser recuperada, mantida e fomentada, pois perdeu-se muito dela por “evolução” dos tempos, das vilas e das cidades. Tudo em redor da construção dum barco cria um universo de etapas que mantinham as populações locais sempre atentas aos movimentos dos trabalhadores, ao levantamento das cavernas, ao serrar, furar, içar, calafetar e ao auge da obra que era o dia do bota-abaixo, uma autêntica romaria.
Tendo nascido e crescido entre Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, a construção naval nas duas comunidades sempre esteve muito presente, grande número e variedade de barcos Poveiros num lado, caravelas, naus, lugres e traineiras do outro. Por isso este pequeno livro e sua arte é-me muito familiar.


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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
Aquele Portugal.

 

Uma miragem portuguesa. Uma memória cada vez mais tremida de um tempo que poucos querem que volte... para seu lazer.

 



publicado por cachinare às 13:39
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Domingo, 21 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

A barca norte-americana “Jabez Howes” corta as frias águas do Pacífico entrando na baía de São Francisco. Este navio de finas linhas e seis panos por mastro foi construído em 1877 nos afamados estaleiros de John Currier, Jr. em Newburyport, Massachusetts, pesando umas massivas 1581 toneladas brutas. Propriedade de George Howes & Co. de Nova Iorque, ganhou a reputação de um dos mais rápidos veleiros do último quarto do séc. XIX. Faria a viagem desde o Atlântico à Golden Gate de São Francisco 17 vezes antes do virar do século. Em 1900 passou para o comércio da madeira do Pacífico e após 7 anos, foi vendido ao Alaskan Packers Association, envolvidos na indústria de enlatados de peixe, e fez inúmeras viagens desde a Sonda de Puget até portos da costa Oeste tanto na América do Norte como do Sul. A 7 de Abril de 1911 durante um violento temporal, o “Jabez Howes” começou a meter água e encalhou carregado em Anchorage Bay, no Alasca. Toda a tripulação e trabalhadores das fábricas de conservas a bordo foram salvos.

 

“Downeaster ´Jabez Howes´ Sailing the Golden Gate” - Charles Robert Patterson



publicado por cachinare às 08:34
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

Artur Pastor no seu vasto registo da orla marítima portuguesa, aqui na Nazaré documentando que nem só com os barcos do mar da costa Centro os bois lavravam o mar. Anos 50 e as embarcações híbridas entre a vela e o motor.


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publicado por cachinare às 14:13
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014
Jornal MARÉ – Junho de 2009.

Jornal MARÉ – Junho de 2009.pdf

 
NAPESMAT - Núcleo de Amigos dos Pescadores de Matosinhos.


publicado por cachinare às 11:58
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Aquele Portugal.

 

Capa da revista “Ilustração Portugueza” de 2 de Agosto de 1920. Mais uma vez os pescadores da Costa da Caparica são o tema de abertura, eles e os seus “meia-lua”, barcos-de-mar trazidos gerações antes por gentes da costa Centro que ali instalaram colónia.

 



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Terça-feira, 16 de Setembro de 2014
Arte marítima.

 

Dois pescadores do bacalhau norte-americanos, avistam uma barca francesa ao longe.

 

“Sighting the French Barque” - Jeff Weaver



publicado por cachinare às 00:54
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Sábado, 13 de Setembro de 2014
A preto e branco.

 

A Benção dos Bacalhoeiros de 1938, no rio Tejo.



publicado por cachinare às 10:58
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