Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
A Gamela de Coruxo - Galiza.

 A Gamela da comunidade de Coruxo, região de Vigo, é considerada uma evolução da gamela de La Guardia. Sendo um barco barato e de fácil construção, a maioria das gamelas da Galiza são do tipo de Coruxo, de estrutura também simples mas mais reforçada com os corredores a toda a volta. Tal permitiu que se pudesse utilizar madeiras de menor espessura e com isso dar mais ligeireza à embarcação. As suas dimensões variam, mas nunca chegam aos cerca de 5 metros das de La Guardia.

São também construídas na sua totalidade em madeira de pinho e o seu pouco calado facilita bastante a navegação nas zonas rochosas junto à costa, sendo utilizada maioritáriamente dentro das Rias Baixas.
Para ancorar, muitas continuam a utilizar a tradicional poita (poutada em Galego) visível na foto, uma grande pedra presa numa armação de madeira, um dos elementos marítimos mais emblemáticos na faina antiga também por exemplo na Póvoa de Varzim, entre outras comunidades e seus barcos. Os antigos toletes em madeira para a chamada dos remos são hoje em aço inoxidável.
O uso nos últimos anos destes barcos (entre outros) para a vertente de vela lúdica, ajudou também a que se mantivessem no activo, pois a pesca moderna serve-se de diferentes e mais produtivos meios no dia-a-dia. Com isso mantém-se a sua construção tradicional ainda levada a cabo por experientes mestres de carpintaria de ribeira.
Hoje em dia já se começam a ver algumas revestidas a poliester, mas nunca na sua totalidade, como já ocorre com outras embarcações do Cantábrico e Mediterrâneo e os motores fora-de-borda farão com que continuem a ser usadas em pleno século XXI.
Existe também uma gamela com proa e popa quadradas de pequenas dimensões que se usa como auxiliar dos barcos maiores.
 
Texto baseado em: modelismo naval – plano de Staffan Morling.
Fotos de Perez Lorenzo – blog com inúmeras gamelas nas praias.
Construção do modelo de uma gamela de Coruxo.


publicado por cachinare às 12:17
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014
Da minha terra.

 

Postal com a imagem de um sargaceiro na praia do Mindelo em Vila do Conde, e as suas antigas casas de aprestos. Uma raridade a cores, bem usada como propaganda turística. Que pena nenhuma destas casas de aprestos ter resistido aos tempos ou ao desinteresse dos locais.

 



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Domingo, 24 de Agosto de 2014
Aquele Portugal.

 

Uma imagem da antiga Nazaré, tão sugestiva que é difícil descrevê-la.

 



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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014
Arte marítima.

 

Barcos de pesca e pescadores na ilha italiana de Capri, no Mediterrâneo, em 1857.

 

“Fishing Boats at Capri" - Albert Bierstadt



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Domingo, 17 de Agosto de 2014
A preto e branco.

 

Este miúdo recorda-me a minha infância nos anos 80, quando ia pescar com o meu pai exactamente desta forma, nas pedras do cais Sul, ali na Favita. Com umas linhas ou uns arames, um par de anzóis na ponta e isco conforme houvesse, pulga da areia, sarrada, ou lapas, tudo servia para passar uma bela tarde. Eram tardes de Verão que eu desejava sempre que não acabassem, mas as horas não davam tréguas e por volta das 7 da tarde iamos embora comigo a pensar o caminho todo quando seria a próxima vez. Traziamos um saco cheio de marachombas e por vezes um par de lulões em dias de sorte. Mas não era o peixe o mais importante. Magnífica era toda aquela interacção com a beira-mar. A foto é de Artur Pastor.


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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014
Um dóri novo para o “Gazela”.

 

«O veleiro “Gazela Primeiro” (antigo bacalhoeiro português), o veleiro oficial de Filadelfia, E.U.A., transportava 30 dóris quando pescava nos Grandes Bancos do oceano Atlântico.

 

 

Um dóri, é um pequeno bote de madeira usado por um único pescador, que estendia uma longa linha com inúmeros anzóis em busca do bacalhau. Quando o “Gazela” veio para Filadelfia no final dos seus quase 70 anos de vida na pesca, existiam ainda 6 dóris a bordo. Nestes últimos 43 anos, esses dóris deterioraram-se ao ponto de só restar um único dóri original e em péssimo estado.

De modo a evidenciar o papel do “Gazela” como um museu vivo de 113 anos que ensina ecologia e a preservação dos recursos naturais, é importante mostrar como se fazia a pesca à moda das longas linhas, onde somente o peixe grande era apanhado, um de cada vez, método esse que preservava as espécies.

 

 

Assim, em 2011, Tony Souza (na 1.ª foto), de Ottsville, Pensilvânia, E.U.A., um membro voluntário da tripulação do “Gazela”, deciciu construir um novo dóri na oficina de sua casa. O dóri ´37´ juntou-se ao navio em Maio de 2011 e acompanha-o nas suas visitas a portos da costa leste desde Norfolk, Virgínia até à Nova Escócia.

No final de cada dia de pesca, os 30 dóris eram retirados da água e empilhados uns dentro dos outros no deque do “Gazela”. Com o agora novo dóri da oficina de Tony, passam a existir dois dóris que permitem exibir o exemplo do empilhar, e dois dóris para a tripulação do navio usar na prática de os largar e içar a bordo, bem como de neles remar. Como é óbvio, quando existe um par seja do que for, haverá competição!

 

 

 

O “Gazela” largava todos os anos do seu porto em Lisboa, Portugal, para os Grandes Bancos da Terranova. Nos seus últimos anos de faina, o “Gazela” aventurava-se até ao Círculo Polar Ártico em busca do bacalhau. Em 1970 o “Gazela” foi comprado e adicionado ao Museu Marítimo de Filadelfia. Desde então, este grande e antigo lugre-patacho de madeira, tem sido manobrado e mantido pelo Fundo para a Preservação dos Navios de Filadelfia (Philadelphia Ship Preservation Guild), uma organização totalmente voluntária.

 

 

O novo dóri é feito em cipreste da Nova Escócia e carvalho branco da Pensilvânia. Está pintado no tradicional ´sangue de boi´, cor da antiga empresa de pesca do “Gazela”. Grandes números brancos pintados junto à proa identificavam cada dóri. O novo dóri ostenta o número ´29´, escolhido pela pessoa que mais contribuiu para a compra dos materiais de construção. Este dóri ficou pronto a tempo de participar na regata ´Walnut 2 Walnut´, patrocinada pelo Museu Portuário de Filadelfia, a 31 de Maio de 2014.

O dóri ´29´ une-se pois ao dóri ´37´, também construído por mim, no deque do “Gazela”, como parte do museu vivo que é este navio de pesca Português com 113 anos.»

 

traduzido-adaptado do texto original de Tony Souza.

fotos – Tony Souza.

 

O “Gazela” está de momento à procura de uma doca-seca para a há muito necessária tarefa de o tirar da água. Não tem sido fácil encontrar as instalações com o tempo necessário e um preço aceitável. O “Gazela” não tem dinheiro para uma grande recuperação e assim a doca-seca seria somente para inspecção e reparações. O Tony Souza continua a sua campanha em prol de uma extensa reconstrução das obras vivas do casco do navio, mas sem dinheiro não é possível. Só o custo da doca-seca é de 50.000 dólares.

Fica lançado o apelo a algum filantropo ou organização filantrópica que possa ajudar.

 

O Tony Souza pode ser contactado em tjsouz@frontiernet.net ou no 610-847-5017.



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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014
Arte marítima.

 

O mercado de peixe de Fulton,em nova Iorque, é um dos mais antigos dos Estados Unidos, competindo com o mais pequeno Mercado de Peixe de Maine Avenue,em Washington D.C.. O de Fulton é tido como o mais antigo em actividade seguida, desde 1822, até ter mudado de local em 2005.

Esta magnífica obra de Dusan Kadlec retrata-o por finais do séc. XIX, com as enormes proas de navios a pairar bem por cima da rua movimentada, ao tom do luar e dos candeeiros a óleo. Lindíssimo.

 

“Fulton Fish Market by Moonlight, New York” - Dusan Kadlec



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Domingo, 10 de Agosto de 2014
A preto e branco.

 

Dois navios da Companhia Portuguesa de Pescas, o “Liberal Primeiro” e o “Alcatraz” em doca seca da CUF - Estaleiros Navais de Lisboa, Rocha do Conde de Óbidos. A Companhia Portuguesa de Pescas foi fundada em 1920, e situava-se no concelho de Almada, na zona de Cacilhas. O “Alcatraz” era um arrastão em aço, construído pela firma escocesa J. Duthie Torry S.B. C.º, de Aberdeen, em 1920, com 42,18 metros de comprimento. Foto da Fundação Calouste Gulbenkian.


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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014
Pescadores da minha terra.

 

Tio Domingos da Pêdra - O Laranjeira

 



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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014
Aquele Portugal.

 

 

Portimão nos anos 70, com uma traineira em trabalhos de lavagem e preparação da rede da sardinha.

 

 



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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
Arte marítima.

 

 “Sunset over the Bay” - Alfred Thompson Bricher



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Terça-feira, 22 de Julho de 2014
A preto e branco.

 

A Ria de Aveiro em 1910. A magnífica e impagável silhueta da tradição lagunar.



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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Áreas de pesca da Terra Nova e Labrador.
Este mapa ilustra bem a riqueza das pescas até meados do séc. XX na Terra Nova e Labrador, nomeadamente das suas extensões, três formas de pesca do bacalhau e outros tipos de safra. Hoje em dia devido aos malefícios da pesca massiva e industrial (o “moderno” problema da ganância aliada à tecnologia), já nada é assim. Foi-se o bacalhau, foi-se o arenque, foi-se o alabote... e a lista não pára. Ressaltam no mapa sem dúvida os Grandes Bancos da Terra Nova, velhos conhecidos dos Portugueses e de enorme extensão, sendo considerados o “reino” do melhor bacalhau. Abaixo pela esquerda o também conhecido Georges Bank, bastante frequentado pelas escunas Canadianas e Americanas.

Por motivos que não são novos ou específicos do Canadá, como interesses politico-económicos, dúvidas científicas e preferir remediar do que prevenir, em cerca de 50 anos esta nação perdeu tão vasto e rico recurso assistindo sem actuar ou acreditar em males maiores, a enormes frotas de navios estrangeiros a varrerem os fundos à vontade. Nos inícios dos anos 90 “descobriram” que o peixe acabara.

Costumo referir que o método de pesca à linha, em que Portugal muito se baseava, não era “destruidor” dos recursos. Na frenética busca de lucro, a pesca à linha teve o seu fim também em Portugal em 1974, quando um par de navios ainda a realizava. Sem querer dar a utópica imagem de que certos tipos de pesca deviam ser o máximo possível à linha (pois o super-produtivo mundo de hoje não vive dessas “artes retrógradas”), a infeliz imagem que tenho do futuro das pescas é a de uns poucos mega armadores com os seus gigantescos navios que mesmo com restrições, tratam de pescar a quota de cada ano num abrir e fechar de olhos. Acabaram os portos cheios de bonitos navios e de gente, o enorme número de pescadores que deixava o país, a ânsia da espera. Não gosto de ver a arte do mar mecanizada em excesso, pescadores que nem vêm o mar, tão grande e industrial é o navio. Goste-se ou não, todo o universo da real união entre o mar e o homem desaparece com a grande pesca industrial. Mesmo em menor escala o comprovo. Hoje em dia os pescadores da minha terra e por Portugal fora, cada vez mais transformam os seus barcos de 10 e 20 metros em “aberrações” visuais em nome da maquinaria e entendo, melhores condições de trabalho para os pescadores. Tem de se aceitar, mas ninguém lhes tira fotos ou escreve livros sobre eles ou ficarão imortalizados na memória. São apenas objectos de trabalho para desmantelar (ou afundar) um dia. Tenho visto novos barcos de pesca, já em alumínio ou fibra que são uma autêntica “banheira” ou em forma de caixote e sem acreditar naquilo pergunto para onde foi o barco de longas e bonitas linhas e curvas. No que se tornou a construção naval em Portugal? Bem sei que os novos são mais baratos e fazem-se mais rápidamente (e com menos pessoal), mas é preciso manter algum gosto.

Terminando com o “devaneio”, impressiona-me o fim da riqueza cultural que se nos advinha, do trabalho e seus instrumentos. Ainda não sei se cada vez mais a vamos recuperar, altiva como era, ou se nos deixamos afundar no marasmo da vida fácil e consumista.

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
Aquele Portugal.

 

A Ribeira lisboeta, num passado não muito distante.



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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
Da minha terra.

 

Outra das grandes figuras do mar poveiro, o Patrão Sérgio (João Martins Areias), 1846-1911. «Pescador heróico, Patrão do salva-vidas, filho de mestres lanchões, herdou do pai, sucessor do Cego do Maio, as qualidades de mestria e coragem que haveriam de tornar conhecido em todo o país este Lobo do Mar. Mais de cem vidas foram salvas graças à sua teimosia e destemor.»

 

via Câmara Municipal da Póvoa de Varzim online

 



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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
Arte marítima.

 

A travessia do porto num pequeno bote até ao navio.

 

“Crossing the Harbor” - Abraham Hulk



publicado por cachinare às 09:12
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
A preto e branco.

 

O ponteagudo barco da arte xávega de pequeno porte da Nazaré e dois pescadores ostentando a vestimenta local, bastante antiga e que resistiu aos tempos. Como se estivéssemos a ver pescadores na Idade Média. Foto de Artur Pastor.

 


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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
“E vós, ó cousas navais, meus velhos brinquedos de sonho!”.

 

O título deste artigo, uma expressão de Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), define muito bem o que representam as coisas navais para mim e certamente para tantos mais no nosso país. Nos últimos 6 anos, meti mãos-à-obra e iniciei o trabalho em modelos de barcos tradicionais portugueses, iniciando-me com um relativo à pesca do bacalhau e outro da família do conhecido barco poveiro, do noroeste português, uma catraia.

 

No entanto, quando as condições se reuniram, antes de tudo estava primeiro a memória e nessa memória estava o meu primeiro "modelo", teria eu uns 10 anos. Por isso, a primeira coisa que fiz foi arranjar uma simples lata usada e transformá-la num barco, tal como o meu pai me ensinou há mais de 30 anos atrás. Naquele dias, foi feito com uma faca de mesa velha e um martelo, nada mais. Agora, já recorri ao alicate e tesoura, para uma proa e ré mais elaboradas.

Era com brinquedos destes e outros que os chamados "ratos-de-água" brincavam na pequena ondulação dos fieiros abrigados e se imaginava o dia em que iriamos andar dentro dos barcos grandes ancorados. O destino não o quis assim e hoje, noutro país sentado em trabalho frente a um computador, continuo com a mente nos barcos e no mar, certo que é junto deles o meu lugar.
O barco de lata, para o qual sempre vou desviando o olhar, foi sem dúvida um "brinquedo de sonho".


publicado por cachinare às 12:43
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014
Da minha terra.

 

Um dos heróis de maior destaque do mar poveiro, o Patrão Lagoa (Manuel António Ferreira), 1866-1919, imortalizado pelo seu papel nos salvamentos dos naufrágios do “S. Raphael” da armada portuguesa em 1911 na foz do rio Ave e do vapor de passageiros inglês “Veronese” em 1913. Interviu e colaborou também em centenas de salvamentos na enseada poveira.

 



publicado por cachinare às 15:23
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2014
Aquele Portugal.

 

«Da rocha a pique sobre o mar, a vila branca
Parece espiar ansiosamente o horizonte.
De olhar assim o mar nada e ninguém arranca,
Como se o mar a amedronte.
As casas pobres sobre a praia são fechadas
Como muralhas, com vigias por janelas.
Vivem de costas voltadas
Para as ondas e as estrelas.
Dir-se-á que ainda há nestas casas o horror
Das escaladas dos piratas levantinos.»

 

Poema sobre Albufeira que em representação desta praia, ganhou o Concurso de Poesias sobre as Praias do Algarve em 1945.



publicado por cachinare às 00:26
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