Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015
Arte marítima.

 

Uma ilustração de capa desta publicação norte-americana, que se iniciou em 1897. Mostra uma cena da regata da Taça América em 1930.

 

“America´s Cup Race” - Anton Otto Fischer



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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015
A preto e branco.

 

O pescador da costa Centro em todo o seu esplendor na forma como aborda a entrada no mar.



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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015
Aquele Portugal.

 

Espinho de antigamente, com os seus majestosos barcos do mar.



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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015
Arte marítima.

 

Os trabalhos da beira-mar eram muitas vezes auxiliados por animais, fossem eles bois, burros, cavalos, etc. Este pintor holandês teve o cavalo como mote em várias das suas obras.

 

“A Team and Pull-cart” - Anton Mauve



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Domingo, 22 de Fevereiro de 2015
A preto e branco.

 

Os veleiros “Shamrock III” e o “Reliance” na terceira regata da Taça América de 1903, junto de um navio-farol duplo. Embarcações desenhadas para a velocidade máxima, repare-se na altura do velame em relação aos “minúsculos” tripulantes. Um autêntico edifício de 20 andares.


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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015
Rede da Cultura dos Mares e dos Rios quer salvar embarcações tradicionais.

«Esposende assume este domingo (16-11-2014) a presidência desta associação e organiza debate sobre a “libertação da via da água” para embarcações antigas.

Preservar uma embarcação tradicional pode ser uma dor de cabeça. Apesar de serem parte importante de uma cultura que exprime a relação das comunidades ribeirinhas com rios, estuários e mar, os entraves colocados à sua circulação deixam os proprietários quase de mãos atadas.

catraia santa maria anjos esposende flyer

A Assembleia da República aprovou, no ano passado, uma recomendação para que o Governo legisle na defesa da autencidade e funcionalidade deste património, mas, em vésperas de mais um Dia Nacional do Mar, que se celebra este domingo, os subscritores do Manifesto para a Libertação da Via da Água duvidam que, nesta legislatura, algo seja feito nesse sentido.

Esta questão foi colocada na agenda parlamentar muito por pressão de um conhecido cientista, o professor Fernando Carvalho Rodrigues, entusiasta, dono de uma canoa e presidente da Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo.

O homem que ficou conhecido como o pai do primeiro satélite português, é um dos dinamizadores da Marinha do Tejo e estará este domingo, às 10h, em Esposende para acompanhar os trabalhos do quarto encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, no qual fará, pelas 14h30, uma intervenção sobre os problemas que afectam quem vem, há anos, salvaguardando este património flutuante.

Para um dos fundadores da rede, o Almirante José Bastos Saldanha, da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL), se não for criado um regime específico para estas embarcações antigas, que olhe também para a escassez de pessoas com conhecimentos de carpintaria naval, a preservação de um vasto património espalhado por todo o território pode ser posta em causa. Por isso, é com alguma ansiedade que os membros desta organização esperam a intervenção do secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, na outra sessão comemorativa que, na segunda-feira, se realiza na SGL.

catraias esposende cavado antiga

Catraias, catraios, canoas, faluas e outros
Só no estuário do Tejo, graças aos esforços de particulares e associações, há 70 embarcações, entre catraias e catraios, canoas, faluas e outras tipologias nas quais se incluem o varino. Marca de um tempo em que a casca de carvalho era trazida da ria de Aveiro, para a cozedura (encascamento) das redes dos pescadores do Tejo, e esses barcos não faziam já a viagem de regresso.

Costa acima não faltam exemplares de outras tipologias, em quase todas as comunidades, e este domingo é lançado um selo com uma representação da catraia de Esposende, que continua a navegar graças aos esforços do Forum Esposendense. Esposende, que sucede à Póvoa de Varzim na liderança da rede nacional, quer dar visibilidade a esta organização que mantém um certo cunho informal desde a aprovação do manifesto que lhe deu origem, assinado em 2004, na Nazaré, por várias organizações impulsionadas pela SGL.

Nos últimos dois anos, a Póvoa de Varzim – que preserva uma réplica da antiga Lancha Poveira –, conseguiu dar algum fôlego a esta entidade, realizando ao longo de dois anos, um conjunto significativo de acções, mas, como nota o presidente da Câmara de Esposende, falta à rede um cunho verdadeiramente nacional, que a leve a atrair todos os municípios marginados por rios ou mar.

Benjamim Pereira, lembra que o seu concelho também tem provas dadas na valorização do património cultural ligado ao mar e aos rios - seja nas festas, como a de São Bartolomeu do Mar, nos encontros de embarcações, na arqueologia naval ou em tradições como a da apanha de sargaço – e espera poder trocar experiências com outros concelhos e organismos.

“Não pretendemos ensinar nada a ninguém, acreditamos é que há muita gente a trabalhar bem e que precisamos de juntar esforços para aprofundar conhecimento e, claro, aproveitar o potencial turístico que esta temática encerra”, explicou o arquitecto que, desde Outubro de 2013, lidera o município de Esposende. Já este ano, a cidade acolheu vários encontros importantes na área da arqueologia naval e da defesa da orla costeira.

moliceiro ria aveiro lindo
Rede deve aproveitar fundos comunitários
O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, acredita que a Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios pode ter um grande papel na defesa de um património imaterial importantíssimo, que precisa de ser estudado e “materializado” em estudos, documentários e outras acções que valorizem este activo. Para o autarca, os municípios e entidades envolvidas na rede devem definir três ou quatro áreas prioritárias de intervenção - e as embarcações tradicionais são uma delas - e procurar, desde logo no programa Portugal 2020, fundos para financiar os trabalhos a levar a cabo. Um dos projectos que já está a ser desenvolvido, e que brevemente estará disponível, é uma enorme base de dados da bibliografia ligada ao mar, na literatura e em diversas áreas de estudo, que foi idealizada e montada pelo sociólogo João Freire e que está agora a ser desenvolvida pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sob a coordenação da historiadora Inês Amorim.»

Por Abel Coentrão in PÚBLICO

foto 2 – Forum Esposendense

foto 3 – Blogue ahcravo



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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015
Aquele Portugal.

 

Os típicos botes de pesca da Quarteira, Algarve nos anos 60 do século passado. Barcos de varar no areal, como tantos outros por Portugal fora. Supostamente, o último destes bonitos barcos andava a enfeitar uma qualquer rotunda algarvia.



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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015
Arte marítima.

 

A visão de um fjord é sem dúvida das mais deslumbrantes, pois embora nos façam lembrar rios por entre desfiladeiros, são na verdade longos braços de mar que entram montanhas adentro. Beleza natural ímpar.

 

“Fjord View” - Anders Monsen Askevold



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Sábado, 14 de Fevereiro de 2015
A preto e branco.

 

Um dos mais belos navios do mundo, o navio-escola português “Sagres”, sendo este na foto o “Sagres II”, pois serviu na Marinha Portuguesa entre 1927-1962. O seu nome original fora “Rickmer Rickmers” e é hoje navio museu em Hamburgo na Alemanha, onde foi construído em 1896 (em Bremerhaven). A mestria dos portugueses na decoração dos seus navios, é também aqui evidente.


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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015
Aquele Portugal.

 

Os penhascos de Sagres, na ponta sudoeste portuguesa no tempo das motoras de popa redonda. Águas onde se apanha peixe da mais alta qualidade, em sabor e em tamanho, muito dele apanhado pelo método tradicional (e sustentável) do anzol.



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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015
Arte marítima.

 

Uma das obras deste pintor espanhol na sua passagem por Portugal, num estilo que me agrada bastante. Um dos meus favoritos da vizinha Espanha.

 

“Barcas de Nazaré, 1971” - Felix Cuadrado Lomas



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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2015
Comunicado - Bind'ó Peixe - Associação Cultural.

igreja barco caxinas«Caros amigos

Nascemos em 2013 para defender o património material e imaterial de Caxinas e Poça da Barca, a grande comunidade piscatória de Vila do Conde. Durante o primeiro ano, centramo-nos em aspectos imateriais, na memória, na identidade. Mas, agora, urge defender outro património. A igreja-barco, símbolo maior de uma comunidade de crentes, que vive, muito ainda, do mar. Marca maior, também ela, da identidade deste lugar.

Durante dias, a Bind'ó Peixe - Associação Cultural esteve calada. Analisando documentos, tentando perceber, nas vozes de uns e nos silêncios de outros, o que estava em causa e, principalmente, o que se pode ainda fazer para salvar este monumento de uma opção urbanística cuja legalidade nos é garantida por quem a aprovou, mas cujo impacto negativo, esse podemos nós, cada um de nós, avaliar.

Dissemos isso, em privado, a quem de direito, na Paróquia e na Câmara. A Dr.ª Elisa Ferraz, que tanto tem elogiado o nosso ainda curto trabalho de valorização do património, sabe o que pensamos desta edificação que erguerá um muro de 16 metros a menos de quatro metros do adro da igreja. Escrevemos-lhe, e pedimos-lhe que não desapontasse a comunidade de Caxinas e Poça da Barca. Pedimos-lhe que corrigisse este claro erro urbanístico, custe o que custar.

Já percebemos, nas declarações públicas da actual presidente da Câmara, o incómodo que esta situação, processualmente concluída já no seu mandato, lhe provoca. Mas custa-nos perceber que, tendo este processo vindo de trás, quem o começou não consiga dar a mão à palmatória. Custa-nos que o nosso ex-presidente se escude nos legalismos, e invoque engenheiros e arquitectos “de grande competência” que não nomeia, para garantir que o projecto defende a visibilidade…da torre da igreja.

Pois…Teríamos imagens de mil igrejas por esse mundo fora para mostrar a esses desconhecidos engenheiros e arquitectos o que o bom urbanismo faz às suas cidades. Ou talvez bastasse ver alguns bons exemplos, realizados precisamente nos mandatos camarários anteriores noutras zonas da cidade, e premiados pela Comissão Europeia, para se perceber quão frágil é o argumento do Engenheiro Mário Almeida. A quem pedimos que se deixe disto e se envolva activamente na busca de uma solução para este erro no qual tem a sua quota parte de responsabilidade.

A Câmara de Vila do Conde não está habituada a que os caxineiros - gente boa - protestem. E se muitas vezes se confundiu a contestação a esta ou aquela decisão à mera luta política - se não estás comigo, és dos outros - acreditamos que, neste caso, isso não acontecerá. Acreditamos que a Dr. Elisa Ferraz saberá perceber a profundidade deste descontentamento. Que não é dirigido contra o nosso ex-presidente ou contra a sua sucessora. É dirigido contra uma má decisão, com consequências que já estão à vista.

Consideramos que, como cidadãos interessados, não podemos baixar a guarda. A negociação em curso, pelo que se vai publicamente sabendo, abre a porta a alguma melhoria na envolvente norte da Igreja, a nascente, mas aparentemente não garante o recuo do prédio na marginal. Julgamos, por isso, que a presidente de Câmara precisa da nossa força. Não de uma força que a deite abaixo, mas de uma força que lhe imprima energia, o argumento da vontade popular, para fazer ver, ao promotor da obra, que no respeito das suas expectativas económicas, o melhor é sentar-se e negociar.

Não sabemos o que isso custa. Mas sabemos o que custará, no futuro, que os nossos filhos saibam que não fizemos tudo o que está ao nosso alcance para reverter esta situação, nem que seja parcialmente.

De nós, queremos que saibam que estamos onde temos de estar. Junto daqueles pelos quais decidimos, em 2013, fundar esta associação, e disponíveis para participar, se os caxineiros e as partes envolvidas quiserem, na procura de uma solução para o problema.

Vila do Conde, 7 de Fevereiro de 2015

A Direcção
Abel Coentrão
José Manuel Sá
Dânia Lucas
Margarida Ribeiro
José Brandão»

Bind'ó Peixe - Associação Cultural


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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2015
A preto e branco.

 

Um retrato das gentes nazarenas de Jean Dieuzaide, nos anos 50 do século passado. Um belíssimo enquadramento.


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Domingo, 8 de Fevereiro de 2015
Aquele Portugal.

 

Uma imagem rara da Nazaré do século passado onde é possível notar tipos de velames utilizados nas embarcações locais, neste caso, as do candil, pequenas velas de pendão de amurar avante.

«A pesca do Candil na enseada da Nazaré utiliza a rede de cerco recorrendo à técnica de candeio durante na pesca nocturna.
O termo "candil" está associado ao candeio, cuja luz tem o efeito de chamariz, de modo a atrair e concentrar o cardume junto da lancha auxiliar. Este tipo de pesca pode ser realizado também "ao engodo e ao candeio", cujo cardume é atraído pela fonte luminosa e mantido junto à lancha através do lançamento de engodo constituído por restos de peixe moído.
A pesca do Candil executa-se a partir das profundidades dos 20 metros na enseada desde da Pedra do Guilhim, ao longo da praia até ao Porto de abrigo, podendo esporadicamente realizar-se fora da enseada, nas zonas a norte e a sul da Nazaré.»



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Domingo, 1 de Fevereiro de 2015
Comunicado - Comunidade de Caxinas.

igreja barco caxinas pescadores snhor navegantes

«A Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes é uma referência e um orgulho da nossa comunidade, nacional e internacionalmente conhecida como a Igreja do Barco.
 
Em 2008 foi aprovado um projecto de construção de apartamentos a norte da nossa igreja, mas esse projecto em nada colidia com o interesse da Igreja da paroquia, pois a igreja ficaria no centro de um belo jardim... .
 
Hoje na 2ª fase de execução da obra, é um verdadeiro atentado ao interesse público, a Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes ficará abafada por esses apartamentos, (3,5m a separará); isto está a revoltar muito a nossa comunidade, um atentado à luta dos nossos antepassados, à nossa história, à nossa honra .
 
O projecto sofreu um aditamento de legalidade duvidosa, em 2011 pela calada e de forma cobarde no agir da autarquia, que hoje não assume responsabilidades, pelo menos sem a pressionarmos mais. Desde que a autarquia foi questionada da legalidade do projecto, o que se vê é um acelerar das obras, como se alguém da câmara alertasse o empreiteiro para a situação... . 
Mário de Almeida, ex-presidente da câmara de Vila do Conde assinou esse aditamento, uma traição a uma comunidade que sempre o teve como amigo... .
Ajudem-nos a forçar medidas que impeçam este lesar do interesse público; a câmara tem de embargar a 2ª fase enquanto é tempo.
 
Vimos por este meio pedir que entre em contacto connosco, para de forma séria, verdadeira, idónea e neutral possam fazer noticia, informar e formar a nossa comunidade, porque é o interesse de todos que está em causa.
Vamos salvar um património que é de todos, dos Caxineiros, dos Vilacondenses, dos  Portugueses e do Mundo.
 
A nossa Igreja do Barco é de todos. Obrigado.» comunidadedecaxinas@gmail.com


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Sábado, 31 de Janeiro de 2015
Arte marítima.

 

“Grand Manan” - Alfred Thompson Bricher



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