Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
A preto e branco.

 

Pequeno detalhe de uma marca poveira entre os tacos de um remo.
Desejos de que entremos em 2010 a remar a toda a força.
 
imagem de: “Ala-Arriba” – José Leitão de Barros, 1942.


publicado por cachinare às 16:27
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3 comentários:
De jaime pião a 1 de Janeiro de 2010 às 02:01
2010 seja um bom ano pelo menos nunca pior do que 2009 e que os ventos favoráveis nos apareçam para içar-mos velas ,porque remar faz calos diziam os nossos pescadores antigamente e com muita razão !
Os remos esses famigerados que mesmo assim faziam falta a bordo dum barco de pesca local ou costeira antigamente ,que quando não havia vento era um sacrifício trazer um barco ao remo e as vezes com condições difíceis de remar ,então quando ao entrar na barra com mar vivo era mesmo com toletes de ferro e aí se dava valor a um bom remo e a um bom remador que fosse vigoroso ,em fim os remos sempre faziam mover um bom barco .
Por isso eles eram marcados pelos donos com cada qual a sua marca e não podia faltar um remo dum barco ,porque era considerado roubo e caso as vezes para andar a porrada ,por isso havia respeito pelos remos de cada barco ,só que no verão os rapazes faziam dos remos um meio para nadar eram os paus de varar e as vezes os remos dos barcos que a garotada se servia para nadar ,o que as vezes se perdiam alguns remos que ficavam na água e rolavam mar abaixo ,então também se levava muita porrada dos pais porque havia sempre quem acusasse ou alguém via e era sempre a aviar porrada pelas costas abaixo ,e tudo por causa dos remos e paus de varar e só as marcas que eles tinham as vezes dava para reconhecer e voltar aos donos e assim era uma vês um remo ou um pau de varar !
Espero que todos entrasse-mos com o pé direito no ano 2010 com os reminhos marcados e com as velas bem remendadas esperando melhores ventos para velar ...Jaime Pião ...


De Anónimo a 4 de Janeiro de 2010 às 19:14
caros amigos, antes de mais,boa tarde e bom ano.
descobri, recentemente, um livro de poesia escrito por um autor que nasceu e reside no distrito de Braga intitulado "Cinema Garrett", que me poderia passar despercebido, não fossem as recordações das minhas vivências de pré-adolescente. posto isto, resolvi folheá-lo.
devo dizer que fiquei agradávelmente surpreendido com a obra da Póvoa antiga vista por um "banhista" e da qual destaco os seguintes versos:

PRAIA DO PEIXE
Na praia cedo apinhada
De vozes roucas de sal.
Quanta ânsia amargurada.
Quanta dor em cada xale.

Na dobadoura dos braços
Roda bibinho o pescado.
que a rede trouxe aos regaços
Das mulheres por atacado.

...
...
...
...
Abraço
Rui Maciel


De Anónimo a 5 de Janeiro de 2010 às 14:01
o seu a seu dono:
o autor do texto é Virgilio Alberto Vieira

Rui Maciel


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