Quarta-feira, 17 de Março de 2010
A preto e branco.

 

Esta é uma de muitas fotos antigas sobre o rio Douro, que mostra o imenso tráfego marítimo e fluvial que preencheu este rio durante séculos. Dos muitos tipos de barcos que nele faziam paragem, jamais encontrei qualquer informação sobre eventualmente os menos interessantes desses barcos, as grandes barcaças. Eram presença constante no rio e gostaria de saber mais sobre elas, como eram construídas e onde. Tinham o seu papel fundamental na cadeia comercial de inúmeros produtos, e mereciam estar mais estudados.


publicado por cachinare às 08:02
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2 comentários:
De jaime pião a 17 de Março de 2010 às 13:40
Que recordações tenho destas barcaças do douro ,pelo menos eu me lembro , de chegar-mos da viagem do bacalhau e a primeira coisa que via era uma barcaça a borda encostada para despachar a bagagem dos pescadores ,assim deduzo que as barcaças era mesmo isso ,alugadas para carregar mercadorias e mais .
Mas ,era igual no porto de leixões ,tambem eram as barcaças que carregavam as mercadorias ,que dos navios bacalhoeiros eram os sacos de roupa e caldeiradas barris e outros ,depois despachadas por camionetas de carga para os donos ,então eram tempos ,em que se viam no douro as barcaças maiores e menores e todas tinham serviço em especial de barris de vinhos e carnes salgadas que transitavam para os navios ou dos navios era lindo ver em massarelos e gaia essas barcaças amarradas umas as outras ,mas que tudo o vento levou !!!


De Reinaldo Delgado a 28 de Abril de 2010 às 23:55
Caro António !
Neste post com a foto do rio Douro, visualizam-se em primeiro plano, uma consideravel quantidades de laitas (expressão derivada do inglês "lighters"). A quase totalidade pertencia às empresas de trafego e estiva, em conjunto com as barcaças, para transportar todo o tipo de mercadorias dos navios de comércio ancorados no meio do rio, para os respectivo cais ou linguetas.
Creio que a imagem é anterior a 1909, ano em que por acção da cheia do rio em Dezembro, a maior parte destas laitas naufragou no rio, ou desfez-se atiradas pelo mar contra os rochedos na costa.
Este é um daqueles temas, que o amigo Rui Amaro conhece profundamente, pelo que se espera ele possa elucidar sobre os detalhes desta actividade, numa próxima oportunidade.
Um grande abraço, Reinaldo Delgado


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