Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010
A preto e branco.

 
Nesta imagem do filme é possível notar à esquerda um operador de camera e seu auxiliar, o que denota outro exemplo da natureza etnográfica e documental desta obra. Leitão de Barros foi também um dos pioneiros a nível mundial deste tipo de cinema e felizmente escolheu a Póvoa para um dos seus filmes. A imponente embarcação tem registo em Vila do Conde, o que era habitual.
 
Imagem do filme: “Ala-Arriba” – José Leitão de Barros, 1942


publicado por cachinare às 08:14
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4 comentários:
De Pedro Cabral a 6 de Setembro de 2010 às 09:04
Tenho observado com deleite as muitas imagens do filme Ala-Arriba que tem publicado por aqui e ocorreu-me hoje perguntar onde se poderá encontrar esse registo.

Obrigado

Pedro Cabral

www.utrimaran.blogspot.com

pedro.mf.cabral@gmail.com


De Anónimo a 6 de Setembro de 2010 às 18:12
O pequeno texto referente à foto do filme Ala Arriba,
acima inserido, termina dizendo o seguinte:
«A imponente embarcação tem registo em Vila do Conde, o que era habitual».
Habitual o quê?
Aqui surgiu-me uma dúvida, já que
mais do que habitual ísto é o TRIVIAL,
na medida em que sendo a embarcação vilacondense ,
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O pequeno texto referente à foto do filme Ala Arriba, <BR>acima inserido, termina dizendo o seguinte: <BR>«A imponente embarcação tem registo em Vila do Conde, o que era habitual». <BR>Habitual o quê? <BR>Aqui surgiu-me uma dúvida, já que <BR>mais do que habitual ísto é o TRIVIAL, <BR>na medida em que sendo a embarcação vilacondense , <BR class=incorrect name="incorrect" <a>obrigatóriamente</A> só poderia ter a matrícula VC. <BR>Assim como se fosse da Póvoa seria PV <BR>" " Viana " V <BR>" " Leixões " LX <BR>" " Porto " P <BR>" " Lisboa " L. etc., etc., por aí abaixo. <BR>Portanto, cada Capitania atribui aos barcos a matrícula <BR>da sua Terra. <BR>Provavelmente, o que aqui houve, foi uma falha dos <BR>responsáveis pelo filme, ao utilizarem barcos com a <BR>matrícula de Vila do Conde, num filme em que só se <BR>pretendia enaltecer a epopeia dos pescadores da <BR>Póvoa de Varzim. <BR>Portanto, tudo nos leva a crer que se tratavam de <BR>barcos dos nossos pescadores de Caxinas e Poça <BR>da Barca que normalmente fainavam a partir da Favita. <BR>Mas, parafraseando Antéro de Quental, nos anos que viveu nesta «Vila do Conde, Terrazinha Antiga Plácida e Campestre», os vilacondenses , em geral, <BR>gostosamente colaboram com seus bons amigos e <BR class=incorrect name="incorrect" <a>visinhos</A> do norte. <BR><BR>Albino Gomes <BR><BR>


De caxineiroatento a 6 de Setembro de 2010 às 18:30
Não percebo o porquê do A.Fangueiro estar sempre a enaltrecer a póvoa, aceito que não se identifique com vila do conde, esta terra que eu moro(não por escolha mas porque foi imposto a todos os caxineiros)porque Vila do conde não quer ser terra de mar e pescadores, mas sim de poetas e escritores, mas deveria como Caxineiro falar insistentemente nas Caxinas e não na Póvoa. caxinas tem uma história muito própria e não precisa de colar a poveiros, aliás, tanto poveiros como vilacondenses aproveitam-se dos feitos Caxineiros para puxarem a brasa à sua sardinha. Caxineiro só serve para apelidar o criminoso e o bandido...por isso se é um verdadeiro Caxineiro fale mais do pescador Caxineiro, o verdadeiro herói do mar e deixe-se de poveirices. Fala aqui um descendente de poveiros mas que é apenas um verdadeiro CAXINEIRO!!!


De jaime piao a 6 de Setembro de 2010 às 22:30
Boa noite meus amigos ,a todos cumprimentos e saudações ,para dizer que no que diz respeito a esta lancha aqui na foto sou capaz de afirmar que ela não era aqui de Caxinas ,mas talvez da antiga Favita hoje Poça da Barca ,porque aí haviam dessas catraias maiores ,ainda me lembro eu com 22 anos ajudei a partir a machado uma dessas lanchas que pertencia ao avô da minha mulher o Tio António Esquecido ,por isso aqui fica o meu esclarecimento, embora me admire de como se lê bem visível a matricula desta mesma lancha , parece mesmo com matricula de Vila do Conde ,mas ontem como hoje há quem procure melhorar os seus interesses ,então se me convém matricular em Povoa de Varzim porque não, ou em Vila do Conde ,embora eu no meu tempo que tinha barco nunca quis matricular fora de Vila do Conde embora me quisessem empurrar para Povoa de Varzim ,por isso nem admira ja que hoje os Caxineiros são como empurrados para Povoa por todos os meios desde hospital e outras coisas por isso nem admira que os Caxineiros amanha serão Poveiros porque em Vila do Conde não são bem aceites em nada já noutros tempos alguém presidente da Câmara de Vila do Conde dizia num certo dia em que esperava três senhores de Caxinas que tinham pedido uma audiência ao dito Presidente e este antes disse aos funcionários que arrumavam umas cadeiras ,andem com isso porque ainda tenho que receber os índios ,com respeito pelos índios ,o dito cujo ,já nesse tempo era um exemplo de grande Vila-condense chamando os seus conterrâneos ou não? de índios ,então nós Caxineiros sentimos o quanto somos ainda hoje olhados de soslaio pela maioria ,ou minoria nem sei bem de alguns Vila-condenses de primeira ,porque nós somos considerados de segunda , por isso eu sou de opinião que Caxinas tenha a sua independência de passar a Vila sem favor de ninguém muito menos de quem não nos quer como povo de Vila do Conde ,por tudo isto e mais eu queria morrer sempre como um eterno Caxineiro só assim presto uma Homenagem ao meu avô Fangueiro ... Meus cumprimentos Jaime Pião


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