Quinta-feira, 19 de Maio de 2011
Da minha terra.

 

 

A pequena doca dos pescadores de Vila do Conde com a pequena e singela ponte na entrada. Também ela esteve no imaginário das gentes locais durante algumas décadas até há alguns anos atrás... quando alguém decidiu desfazê-la e colocar no lugar um monte de ferro a verter ferrugem e de linhas rectas “à la moderne”. Atentados do costume ao património local.

 



publicado por cachinare às 11:16
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3 comentários:
De José Cunha a 19 de Maio de 2011 às 12:48
António, a ponte era centenária,...CENTENÁRIA.
E mais, o cimento usado na sua construção, veio de Inglaterra. Enfim....


De Jaime pontes a 19 de Maio de 2011 às 13:58
Claro que sou um dos contras de quem teve a ideia de transformar a ponte que era realmente um dos pontos altos desta dita doca dos emblemáticos barcos de pesca artesanal e não só .
Em minha opinião fizeram como sempre ,sem consultar os populares que fazem parte deste meio piscatório e,que na ocasião reclamaram mas nem foram ouvidos ,acham os Senhores entendidos que foi para melhorar ,mas se fizessem hoje um apanhado viriam a saber que a maioria teve e ta contra as ditas melhorias que esses Senhores julgam por bem ,mas como tem acontecido ,não sobra nada do antigamente ,só mesmo fotografias para mais tarde recordar !!!


De Anónimo a 20 de Maio de 2011 às 15:48
Tal como diz o amigo Jaime, «ACHAM OS SENHORES ENTENDIDOS QUE FOI PARA MELHORAR» . . .
De facto, por aquilo que nos apercebemos, melhorar
com certeza que melhoraram, mas foi a bolsa do Empreiteiro, que, enquanto tinha uma equipa de
operários a DESTRUIR A PONTE DA DOCA, Centenário
EX-LIBRIS DE VILA DO CONDE, simultâneamente, tinha uma outra equipa a construir aquela espécie de Telheiro na chamada Praceta José Régio, e ainda simultâneamente, uma outra obra no Parque de Jogos, onde anteriormente era uma escola provisória...
É Obra ! . . .
Tal como eles costumam dizer: «deram o seu melhor».
Só que por vezes (e são tantas as vezes...) o seu
melhor é o pior . . .
Melhor, fora que estivessem parados.
Assim, se preservaria o PATRIMÓNIO QUE É DE TODO UM POVO, e não de meia dúzia de «Patos Bravos» . . . ou qualquer outro «animal feroz» . . .

Al bino Gomes



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