Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Monumento do Centenário inaugurado na Gafanha da Nazaré.

 

«Foi inaugurado hoje (2011-08-31), ao final da tarde, debaixo de chuva, o Monumento do Centenário, que evocará, a partir desta quarta-feira, o centenário de criação da Freguesia e Paróquia da Gafanha da Nazaré. Ao acto assistiram várias dezenas de populares.

A escultura evocativa está localizada na rotunda que fica na confluência da Avenida dos Bacalhoeiros com a Avenida José Estêvão, "duas vias históricas, centrais e muito importantes para a cidade da Gafanha da Nazaré, desde sempre", frisou Ribau Esteves, líder autárquico.

O projecto custou à Câmara de Ílhavo, que suportou a obra na totalidade, 113 mil euros, "é pouco dinheiro em termos comparativos com o significado da homenagem histórica que é prestada, mesmo em tempo de crise, o dinheiro é muito bem aplicado", referiu Ribau Esteves à Terra Nova.

O “Monumento do Centenário”, tem uma "clara alusão ao Mar, Pesca e à Indústria do Bacalhau".

O escultor Albano Martins disse estar "muito satisfeito com o produto final", tratando-se de "uma homenagem às gentes desta terra, peguei em várias simbologias e materializei tudo, num processo complexo porque a obra está numa rotunda pública e em termos formais tive de corresponder à imagem que as pessoas que nos pediram a obra queriam", referiu o artista.»

 

via TERRANOVA online - Ílhavo 2011-08-31.

imagem – GafanhaOnline.

O fim do n-m "Novos mares".

 

Para além de um dos motivos desta obra ser uma homenagem ao homem do mar, especificamente o bacalhoeiro, o que mais me chamou à atenção foi o facto de ter um pedaço do antigo navio-motor bacalhoeiro “Novos Mares” incluído. Alguns pedaços desse navio andam há vários anos abandonados por esta zona, após o seu desmantelamento, quando a museologia local os deveria ter em conta para o seu espólio. Menos mal que finalmente um desses pedaços ganha um local de destaque, que merece, ainda que, apesar de se notar que recebeu tratamento para o reforçar contra os elementos, dificilmente durará muitos anos, pois têm origens em 1958... . O facto de o meu pai ter feito as suas 8 viagens neste navio, torna estes “pedaços” de madeira memórias muito especiais.



publicado por cachinare às 22:41
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