Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012
Rua Manuel Lopes - Póvoa de Varzim.

 

«MANUEL JOSÉ FERREIRA LOPES nasceu a 30 de Maio de 1943 na Póvoa de Varzim. Em 1 de Agosto de 1965 foi admitido na Biblioteca Municipal, tendo assistido Flávio Gonçalves nas comemorações do centenário do nascimento de Rocha Peixoto. Foi Director do Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, onde criou muitas exposições. Foi Director da Biblioteca Municipal, tendo promovido a sua mudança para instalações definitivas, inauguradas a 30 de Novembro de 1991. Foi também o mentor da reconstrução da Lancha Poveira do Alto, lançada à água em 1991. Colaborou em diversos trabalhos de investigação e foi coordenador do Boletim Cultural “Póvoa de Varzim”, onde publicou vários trabalhos. Foi ainda Secretário da Comissão Municipal de Toponímia. A 25 de Junho de 1994, o Município da Póvoa de Varzim atribuiu-lhe a Medalha de Prata de Reconhecimento Poveiro. Faleceu a 14 de Agosto de 2006 na Póvoa de Varzim. Manuel Lopes legou ao Município da Póvoa de Varzim a sua casa e a sua biblioteca particular.»

 

A inauguração da Rua Manuel Lopes, precisamente a da biblioteca onde trabalhou, decorreu no passado dia 30 de Novembro de 2012, às 17H00. Sem dúvida, uma merecida homenagem a quem tanto fez pela Póvoa de Varzim e pela memória das suas gentes, nomeadamente as da pescaria.

 

ver também À Memória de Manuel Lopes



publicado por cachinare às 00:28
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2 comentários:
De jaime pião a 6 de Dezembro de 2012 às 14:15
Manuel Lopes pelo que sei foi uma figura ímpar em Povoa de Varzim ,homens como ele faz falta no País , eu pessoalmente rendo minha Homenagem ao Homem que tinha o nome de Manuel José Ferreira Lopes ,nascido no mesmo ano que eu teria mais 5 meses de vida ,portanto hoje 69 anos ,mas um BEM-HAJA !


De Anónimo a 6 de Dezembro de 2012 às 17:10
Passados que são meia dúzia de anos, estou em crer que os nossos amigos poveiros ainda não se aperceberam de quanto perderam com a morte de Manuel Lopes.
Sendo verdade que, tal como diz o povo, não há ninguém insubstituível, a morte deste pequeno/gigante da cultura poveira será uma perda irreparável, na medida em que para além de acérrimo defensor do património da sua terra, era sobretudo um verdadeiro poço de sabedoria.
Quantas vezes (e eu que o diga)não tinha qualquer pejo em se dirigir a este ou aquele indivíduo, por mais humilde que fosse, para saber como era isto ou aquilo, que lhe faltava para as suas pesquisas, nomeadamente às ligadas à faina marítima, que tanto o apaixonava.
Aqui, recordo a celeuma que um dia levantamos numa Conferência do Arquitecto Lixa Filgueiras, com a sala da Bibliotéca da Póvoa a transbordar de gente, a propósito da propalada «vela poveira».
Por a certa altura discordar com o Arq. Lixa Filgueiras,
figura máxima da nossa Cultura Marítima Tradicional,
a coisa aqueceu de tal modo, que Manuel Lopes, "foi aos arames", vociferando, gesticulando, ameaçando, etc., sempre em defesa da sua dama...
Mas como de costume, «depois da tempestade vem a bonança», e tudo passou.
Ainda uma palavra de louvor para os homens do poder político poveiro, que mau grado saberem que Manuel Lopes não perfilhava a sua ideologia, jamais o deixaram de respeitar naquele cargo que sempre exerceu, como Homem íntegro, que o era.
E nós, vilacondenses, infelizmente até estranhamos, na medida em que desde há muito, e demasiado tempo, não estamos habituados a ver estas coisas na nossa terra.
. . . A não ser, para com os apaniguados do «chefe».

Al bino Gomes


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