Terça-feira, 24 de Junho de 2008
O iate “Maria Eugénia”.

«O Iate “Maria Eugénia” é uma das últimas peças da arquitectura naval açoreana. Construído nos Estaleiros de Santo Amaro, na ilha do Pico, pelo Construtor Mestre José Joaquim Alvernaz, nos anos 1920s, a partir de um projecto de Manuel Inácio Nunes então já emigrado em Sausalito na Califórnia, para um armador Graciosence. Destinou-se durante muitos anos à cabotagem entre as Ilhas do Arquipélago, a partir da Graciosa, sobretudo para Terceira, São Miguel e Santa Maria. Mais tarde foi adquirido pela família Anhanha que o continuou a utilizar na cabotagem, mantendo principalmente a sua habitual carreira entre S. Miguel Terceira e Graciosa, mais algumas viagens a Santa Maria. Com o falecimento do proprietário e o declínio da actividade da cabotagem, acabou por ser vendido a uma Conserveira, a Corretora que o destinou sucessivamente a actividades diversas desde o transporte de atum para as fábricas, até ao transporte de mercadorias, em várias rotas dentro do arquipélago.

A sua construção, como outras realizadas nos Estaleiros de Santo Amaro do Pico por essa altura, representou a junção da reconhecida arte dos Construtores daquela ilha, com a experiência conseguida nos círculos da emigração na Califórnia, dos primeiros açoreanos nos EUA, que assim faziam chegar à sua terra de origem as técnicas que tinham sido capazes de apreender e desenvolver.
Surgiram assim cascos de linhas modernas, para o tempo, e com óptimas capacidades para a navegação nos nossos mares.
O aparecimento forçado de navios mais modernos, de carga e passageiros, na década de 60, veio introduzir profundas alterações no modo como as ligações inter-ilhas eram feitas até então.
 
O PROJECTO
 
O objectivo último deste projecto é o de transformar o iate “Maria Eugénia” em Barco-Escola.
“Barco-Escola” encerra o amplo significado que se pretende dar ao projecto:
•   Por um lado, recuperar uma peça do património naval construído na Região e por outro, fazer em simultâneo a história da Construção Naval e da Navegação de Cabotagem inter-Ilhas, homenageando assim várias gerações de Construtores Navais notáveis e de Marinheiros heróicos e generosos a quem a nossa história não se refere, estando por isso essa realidade recente cada vez mais ausente de tudo o que é apontado como parte dos nossos valores culturais tradicionais e mesmo económicos.
•   Por outro lado, levar a Escola para o Mar, para o reintegrar na geografia insular e acima de tudo reiventar o prazer da aprendizagem nas gerações mais novas.
 
Projectos de recuperação têm sido levados a cabo um pouco por todo o mundo inclusive na Região Autónoma da Madeira e no continente português, nomeadamente com a recuperação do lugre “Creoula” e de embarcações do Sado, Tejo e Douro e mais recentemente com a Nau D. Fernando II e Glória, para além de construções de raíz de réplicas, como a Bartolomeu Dias e a Macau.
Na nossa Região a primeira tentativa quase conseguida refere-se ao Iate “Santo António” que acabou infelizmente em fracasso, depois de uma longa permanência do casco desmantelado nos estaleiros da Madalena do Pico.
Desapareceram já valores demasiado importantes como o Bom Jesus, o Andorinha, o Ribeirense, a Helena, o Santo Amaro, o Fernão de Magalhães, e o Espírito Santo. Destes dois últimos restam os nomes atribuídos às unidades que os substituíram. O Terra Alta não voltará a navegar e não tem ainda destino certo, a Calheta está mais ou menos nas mesmas condições, e os melhores exemplares de uma determinada época de construção da frota do atum, como o Carmona, o Ilhéu, o D. João de Castro e tantos outros tem sido pura e simplesmente abatidos.
 
O Iate “Maria Eugénia”, é na realidade a (quase) última peça desse património, se considerarmos que a “Senhora da Guia” ainda está ao serviço nas Flores. Se nada for feito para preservá-lo, apagaremos definitivamente uma testemunha viva de um longo período da vida do nosso arquipélago em que a cabotagem à vela era o único elo de ligação entre todas as ilhas, transportando gentes, mercadorias e notícias.
A sua recuperação envolve, o reforço do prestígio dos Estaleiros de Santo Amaro do Pico, onde foi construído, levando mais longe a fama das suas capacidades, únicas nos Açores na construção em madeira, e ao mesmo tempo a sistematização da memória de uma época que em tempos não muito distantes, foi uma constante da vida das nossas ilhas.
É desejável e possível que esta acção permita uma nova fase na vida dos estaleiros, voltada para as novas realidades de mercado, sobretudo para a navegação de lazer.
Uma vez restaurada a embarcação será posta ao serviço de um projecto pedagáogico da responsabilidade da nossa Associação.

PROGRAMA DA EMBARCAÇÃO
 
1ª fase - Aquisição.
 
O iate “Maria Eugénia” foi adquirido ao Banco Comercial dos Açores pela ADPMA.
 
2ª fase - Preservação, reconstrução e adaptação.
 
As sucessivas transformações sofridas pelo “Maria Eugénia” levaram a que o seu actual perfil apresente marcadas diferenças relativamente à estrutura inicial, apesar dessas alterações serem quase nulas no que se refere ao seu casco, o que permite um restauro quase perfeito das suas qualidades náuticas.
Por outro lado, existe informação documental original que constituirá uma orientação preciosa para os trabalhos a levar a efeito na reconstrução do casco e aparelho.
O programa de utilização implicará algumas alterações na estrutura, nomeadamente em tudo o que respeite a acomodações e instalações sanitárias.
Promover a reabilitação do “Maria Eugénia” nos Estaleiros de Santo Amaro, na ilha do Pico, onde foi construído é um ponto forte do projecto. Outras razões de índole mais prática também apontam nesse sentido, ou seja, não existe fora do Pico, capacidade de trabalhar em madeira.
Assim, após a formalização da sua aquisição, deverão ser iniciados trabalhos de forma a permitir o reboque do Iate para o Pico, onde uma vez protegido do vandalismo e intempéries, se poderão iniciar os trabalhos de avaliação do estado actual, projecto de restauro e orçamentação geral da reconstrução e equipamento.
Para além das verbas envolvidas na reconstrução e adaptação da embarcação propriamente dita, outras há que se referem ao aparelho, velame e equipamento geral, para a tornar apta à navegação de alto mar.
É do maior interesse utilizar este período de tempo para candidatar a “Maria Eugénia” a Património Cultural da Região, com base na legislação vigente.
 
3ª fase - Exploração.
Para garantir a permanente operacionalidade do iate “Maria Eugénia” é necessário dotá-lo de uma tripulação mínima de três elementos, um comandante e dois marinheiros.
Desde que as circunstâncias o requeiram a tripulação será aumentada, nomeadamente nas saídas com alunos de escolas e associações, cuja formação não seja a de velejadores. A exploração do Iate “Maria Eugénia” será da responsabilidade da ADPMA e assentará num projecto pedagógico a apresentar oportunamente às Secretarias Regionais da Educação e dos Assuntos Sociais e também à Direcção Regional da Juventude cujo funcionamento será semelhante ao das actuais Ludotecas, Parques temáticos, etc.
Para além do trabalho ligado às Escolas e Associações de Juventude (e outras), haverá a possibilidade de utilizar a embarcação como plataforma para a formação de navegadores de vela oceânica, graduando-os em diversas categorias de Navegador de Recreio, desde Marinheiro, até Patrão de Alto-Mar. Há ainda a possibilidade de saídas para o mar com finalidades ludicas, turísticas e científicas.
O calendário de utilização anual, função do programa de utilização será a base de toda a actividade.
 
UTILIZAÇÃO
 
Escolas e Associações de Jovens.
A principal actividade do Iate “Maria Eugénia” terá a ver com a sua utilização por Jovens quer directamente através das Escolas da Região, quer através de Associações de caracter juvenil. Para esta esfera de actuação será constituído um Conselho Científico que proporá o Programa Anual.
O Programa Anual conterá a abordagem regional de temas ligados à História Social e Económica, Ambiente e Ciências da Natureza, como por exemplo:
•   Os Açores na Rota das Descobertas.
•   Emigração e o Mar: Frota baleeira americana e pesca do bacalhau.
•   Comércio interilhas e com o exterior.
•   Oceano como reserva alimentar: as pescas e os pescadores.
•   Mar e a costa: Fauna e flora. Sua observação e preservação.
•   Mamíferos marinhos: Estudo de espécies. Sua observação e preservação.
•   Aves marinhas: Estudo de espécies. Sua observação e preservação.
•   Orla costeira: seu conhecimento, estudo e preservação.
Destes temas será dado conhecimento público em todas as Escolas da Região e os alunos, ou grupos de alunos, concorrerão àqueles que lhes sejam mais indicados, uma vez que cada tema estará associado a um nível etário/grau de escolaridade.
Os alunos cujos trabalhos tenham sido premiados pelo júri que os analisará, farão parte da tripulação como formandos, em viagens com destinos variáveis, na companhia de um (ou mais) professor tutor.Como exemplo de um programa poderemos apontar:
•   Tema: Os Açores na Rota das Descobertas.
•   Público alvo: Alunos do Ensino Secundário.
•   Prémio: Viagem nas ilhas do Grupo Central, para 10 alunos, com a duração de 10 dias. Inicio e términus em Angra do Heroísmo.
Os alunos interessados deverão apresentar trabalhos (estilo livre: investigação histórica, dramartugia, poesia, artes plsticas, etc.) que representem o resultado da seu estudo do tema em questão.
Algumas das viagens deverão coincidir com eventos nos quais a participação do Iate seja obrigatória, em função de qualquer tipo de “praxe”, como por exemplo a Semana do Mar, na Horta.

FINANCIAMENTO

Serão três as origens de fundos da Associação:
•    Jóias e quotas dos associados.
•    Fundos transferidos pelo Governo Regional dos Açores.
• Patrocínios com base na Lei do Mecenato, atribuidos por entidades privadas, nomeadamente destinados a financiar iniciativas de maior folego, como sejam viagens para fora do arquipélago».
 
Adaptado da página oficial.
 
Segundo um artigo datado 17.03.2008 no BLOGUE DOS NAVIOS E DO MAR, um dos comentários diz que “...o projecto Maria Eugénia naufragou...Parece que o dinheiro sumiu, foi desviado, não apareceu, no momento não sei se o casco ainda agoniza em morte lenta ou se já não existe. O que é pena.”.
 
Com um programa tão ambicioso e nobre como o descrito acima, pergunto eu como é possível que tenha naufragado?
 
Link para o site oficial do “Maria Eugénia”. Inclúi fotos e planos (na forma moderna) do navio.

 



publicado por cachinare às 12:11
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12 comentários:
De ADPMA a 8 de Abril de 2009 às 19:51
Caro Caxinas
Cheguei aqui pesquisando Maria Eugénia e li com agrado o post,(muito bem montado, parabéns) até ao ponto em que se diz que o projecto naufragou e o dinheiro foi "desviado".
Ainda não coloquei na página do projecto (cabotagem.org) as últimas fotos do barco tiradas esta semana no Pico, em Santo Amaro.
Anda, devagar, mas anda. Poderia ter sido muito melhor, mas não é possível detalhar aqui as causas.
Espero que navegue em breve, sendo que breve tanto pode ser uma ano, como dois ou três.
De qualquer modo obrigado pela divulgação do projecto.
Carlos de Bulhão Pato, pela ADPMA


De Paulo Santos a 19 de Abril de 2009 às 10:29
Bom dia, sou capitão da marinha mercante e guardo desde 1998 algumas fotografias do Maria Eugénia pois pareceu-me de facto que havia algo de especial nele. Só há 2 dias (10 anos depois) descobri o site do Maria Eugénia e fiquei a saber a história da embarcação. Na altura até pensei....se me sair o totoloto venho cá e compro a embarcação para a transformar num iate....divagações! É com toda a certeza um projecto nobre em todos os sentidos. Parabéns. Faço questão de vos enviar as referidas fotos para se acharem por bem juntar ás que já têm. Quanto ao que foi escrito do blogue dos navios e do mar feito por uma certa pessoa que conheço....costuma-se dizer que os cães ladram e a caravana passa...sem mais comentários! No pouco tempo que estou em terra dedico-me a fazer alguns modelos de navios e foi justamente por me lembrar do Maria Eugénia que me levou à pesquisa na net e a encontrar o site.
Gostaria de saber se é possível obter os planos do Maria Eugénia numa escala maior pois as fotos que estão no site não são passíveis de serem aumentadas por forma a servirem de base para um modelo. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com consideração.
Paulo Santos


De Amaro de Matos a 13 de Dezembro de 2009 às 19:13
Sr. Comandante.
O que se está a passar com o Maria Eugénia, dará, em devido tempo mais um capitulo triste na longa história, que conheço bem, desta Embarcação.
Na minha Terra, Santo Amaro do Pico, (gosto de lhe chamar "Terra dos Barcos", porque sei que o é), cita-se um ditado antigo que reza assim: - morrem burros para fartar cães.
Com perfeito conhecimento do caso, terei muito gosto em falar consigo sobre o assunto.
Respeitosamente,
Amaro de Matos


De Carlos de Bulhão Pato a 16 de Julho de 2011 às 02:19
Caro Paulo Santos

Passados mais de 2 anos aqui vai uma achega: Já faltou mais e creio que dentro de 2 ou 3 meses o casco ficará fechado , ou seja pode ir para o mar (a reboque).
Um longo processo cujas razões, por si só dariam um outro capítulo e não é isso que interessa.
De acordo com quem sabe, o trabalho realizado pelo mestre João Batista é de elevada qualidade. Teremos à nossa frente o armamento, aparelho, máquina, segurança, etc. Lá se chegará.
Parto dentro de poucos dias para uma viagem no Creoula , um prémio que muito apreciarei. Vou de S. Miguel ao Alfeite.
No regresso tenciono colocar no site www.cabotagem.org , muitas fotos da situação recente. Falam por si e pela teimosia em continuar com o projecto.
Estamos a actualizar o desenho em autocad . Ficará disponível no site.
Se quiser contactar-me, faça-o por adpma@cabotagem.org

saudações

Carlos de Bulhão Pato


De Carlos de Bulhão Pato a 20 de Abril de 2013 às 16:33
Estão em www.cabotagem.org os planos mais antigos que conseguimos arranjar: um da altura da primeira motorização e acrescento do casario à popa e outro da transformação em barco a motor. Em breve teremos um plano atualizado do que está feito agora porque houve alterações ao desenho proposto e até porque o que foi apresentado ao construtor tinha diferenças relativamente à situação encontrada. Pode contatar-me no endereço adpma arroba cabotagem.org. Obrigado pelo interesse.


De ADPMA a 29 de Maio de 2015 às 02:38
Não entendo como não cheguei a conhecer este comentário. Escapou sem eu dar por ele. Peço desculpa pela eventual omissão.
É mesmo aquilo que queremos, fotos, documentos, histórias, para ir aos pouco formando um acervo.
O casco está restaurado e estamos a arrancar para o equipamento do barco: mastros, velas, motor e tudo o mais, para ter registo em alto-mar.
Vamos levar o projeto a todas as ilhas do arquipélago em busca de sócios e dirigentes.
Aqui chegamos e daqui partimos para outras chegadas e partidas.
Navegar no "Maria Eugénia", ter as escolas a bordo, apoiar a ciência, formar navegadores, passear gente dando-lhes a conhecer a nossa história natural e construída (nunca mais acabava) tem sido uma utopia: criar uma associação, comprar o barco, arranjar fundos, levar o barco para o Pico (casa mãe), ver encavernar e forrar o casco, foram pequenas metas de uma longa história futura. Não foi fácil chegar até aqui.
Pô-lo a navegar para cumprir um projeto de dignificação da presença humana neste arquipélago ao longo de quase 6 séculos, ensinando-a através da descoberta do mar que é a nossa maior dádiva, é uma arte que, por pioneira, precisa de muitas achegas.
Estamos a divulgar o projeto em: https://www.facebook.com/mariaeugenia.barco.escola?ref=hl

Contate-nos em adpma@cabotagem.org

Teremos imenso prazer em receber as fotografias.

Carlos de Bulhão Pato


De Anónimo a 16 de Dezembro de 2009 às 16:29
Hoje, tive oportunidade de me debruçar sobre este tema do iate Maria Eugénia.
Assim, no Programa da Embarcação, no que respeita à 2ª Fase - Preservação, Construção e Adaptação do
hiate Maria Eugénia - , onde entre outras razões se diz que «não existe fora do Pico capacidade de trabalhar», permito-me lembrar que, mau grado o definhamento que tal arte vem sofrendo ao longo dos
anos, em Vila do Conde ainda se vão construíndo e
restaurando obras de grande mérito.
Cronológicamente, citaremos os casos da Nau Trinidade, das Caravelas Bartolomeu Dias, Boa Esperança, Vera Cruz, e ultimamente da Nau Vila do Conde, atracada junto à Alfândega da cidade do mesmo nome.
Para além destes, há ainda os vários barcos, em forma de Rabelos, que ultimamente se têm construído
para passeios turísticos no Rio Douro, sem esquecer as traineiras e motoras de pesca, que ainda se vão construíndo.
Ficam é um tanto longe do Pico.
Cumprimentos,

Albino Gomes


De CArlos de Bulhão Pato a 20 de Abril de 2013 às 16:37
Somos dos Açores e quando se menciona "fora do Pico", a alusão é apenas às restantes ilhas. Hoje sei que em S. Miguel existe mais capacidade do que no Pico, mas os grandes artistas ainda são do Pico. Nada de menosprezo pelo resto do país. Transportar uma ruína para ser restaurada no continente iria equivaler a uma parte grande do trabalho de restauro.


De Anónimo a 16 de Dezembro de 2009 às 16:39
CORRECÇÃO

Onde cito:
«não existe fora do Pico capacidade de trabalhar»

Queria citar:
«não existe fora do Pico capacidade de trabalhar em
madeira».

Albino Gomes


De Anónimo a 7 de Dezembro de 2014 às 20:22
Estas coisas tratadas fora dos Açores não dariam para acontecer o que aconteceu neste caso: desvio directo de dinheiros e...o barco continua inacabado. Há por aqui muito pato bravo!


De Carlos de Bulhão Pato a 3 de Março de 2015 às 01:35
Pesquisando material para uma apresentação sobre o iate Maria Eugénia vim aqui parar (uma fonte de referência) e qual não é o meu espanto ao verificar que um "anónimo" escreve sobre "desvio direto de dinheiros".
Quando há desvio de fundos, e no caso vertente são públicos em cerca de 80%, estamos perante um crime. Deverá este cidadão, em nome da boa justiça, dirigir-se ao Ministério Público e apresentar as provas, ou em alternativa deixar-se de baboseiras.
Uma coisa é dificuldade em fazer avançar o projeto, outra coisa é desviar fundos.


De Natividade da costa a 2 de Março de 2017 às 11:07
Queria saber Quem deu o nome ao barco


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