Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
U-94 e o naufrágio do lugre-motor “Maria da Glória” - 5/6/1942.

O navio bacalhoeiro “Maria da Glória”, com o número oficial B 201, foi construído no ano de 1921 nos estaleiros da Gafanha da Nazaré e o seu primeiro nome foi “Portugalia”, até 1927. Estava registado no porto de Aveiro e era propriedade da Empresa União de Aveiro, Lda, sendo um lugre de 3 mastros, com casco construído em madeira. O navio tinha uma arqueação líquida de 270,44 / 210,17 toneladas, 37,54 metros de comprimento e 9,20 de largura. Em 1937 o “Maria da Glória” beneficiou de profundas obras, passando a estar equipado com motor. Também a arqueação aumentou, para 320,14 / 318,73 toneladas, o mesmo se passando com o comprimento que passou a ser de 39,45 metros, mantendo-se a largura. No dia 19 de Maio de 1942, o navio bacalhoeiro “Maria da Glória”, saía do Tejo e seguiu rumo ao noroeste Atlântico , para pescar nas águas da Terra Nova e Gronelândia.

Tal como os restantes barcos da frota Portuguesa, este lugre bacalhoeiro levava pintada no costado uma grande bandeira Portuguesa, que identificava esse navio como sendo de um país oficialmente neutro. No entanto, no dia 5 de Junho pelas 15:30 (outras fontes indicam ter sido pelas 22:50), o navio afundou-se devido ao ataque de um submarino ainda bastantes milhas a Sul da Gronelândia (fig.2).
Segundo um telegrama recebido no Ministério da Marinha e assinado pelo capitão da marinha mercante Sílvio Ramalheira, comandante do lugre-motor “Maria da Glória” na altura, “este barco foi afundado no dia 5 de Julho pelas 15:30, por um submarino que não ostentava bandeira nem qualquer outro sinal indicador da sua nacionalidade”, noticiava o jornal “Ilhavense”, na sua edição de 1 de Agosto de 1942, num extenso artigo não assinado. A notícia do “Ilhavense” prossegue afirmando que “o lugre levava a bandeira Portuguesa pintada no costado. Ocupava-se em missão que nada tem a ver com a marcha da guerra. Não se destinava a qualquer porto estrangeiro. O seu comandante não hesitou: para revelar bem a nacionalidade do seu navio, fez rumo na direcção donde vinha o ruído do canhoneio. Tudo o convencia que conhecida a bandeira que arvorava o seu barco, não continuaria a ser atacado. Puro engano! Momentos depois de navegar no novo rumo avistou, a umas 3 milhas de distância, um submarino de cor escura. De bordo do submarino, já então em plena visibilidade, não podiam ter dúvidas – era um pacífico lugre Português. No entanto, o fogo do navio agressor continuou e duas rajadas de tiros matavam dois pescadores a bordo”.
O articulista prosseguiu o seu relato escrevendo que “como o capitão Ramalheira nada podia fazer, resolveu dar ordem de abandono do lugre. A tripulação e pescadores – 44 homens – passaram apressadamente para os dóris, as minúsculas embarcações da faina bacalhoeira e que em breves instantes o “Maria da Glória”, sucessivamente atingido, afundou-se”.
Em tom dramático o “Ilhavense” prossegue, esclarecendo que “a partir do momento em que o navio afundou, começou então a negra e angustiosa tragédia dos pescadores e tripulantes. Os dias passavam entre as brumas densas, apertadas, que guardavam no meio do mar o mistério sombrio, dramático dos acontecimentos. Os dóris, primeiro em grupos, juntos durante cinco dias, foram-se dispersando pouco a pouco. A névoa isolaria-os por fim. Nas longas noites agitadas e tristes as ondas levavam cada barquinho para seu lado. Ao fim de dez dias – a 15 de Julho – um vapor de carga Americano cruzou por ali e casualmente encontrou perdido, balouçando em abandono sobre as ondas um dos pequenos dóris. Deste modo salvaram-se os oito sobreviventes daquele fatídico dia”.
Após a chegada dos quatro primeiros sobreviventes a Portugal, o jornal “O Primeiro de Janeiro”, a 3 de Setembro de 1942 escrevia que “no dia do afundamento do lugre Português havia bom tempo, mas a primeira noite passaram-na sob medonho temporal, com chuvas torrenciais. A bordo dos dóris não havia mantimentos. Foram queimados trapos, em miragem de socorro e no terceiro dia, dos nove dóris lançados à água os sobreviventes só conseguiam avistar quatro. Passaram muita sede e muita fome. O capitão do “Maria da Glória” distribuíra pelos dóris, para melhor orientação, o “estado menor” do lugre. Ao sexto dia da terrível odisseia, o capitão Ramalheira, por estar extenuado, abandonou o seu frágil bote com outro tripulante, que estava também muito mal e passaram para outro dóri, o que seria recolhido ao 11º dia. Na pequena embarcação abandonada ficava o cadáver de um terceiro marítimo, morto pelo cansaço e pela fome.” Os sobreviventes foram recolhidos por uma corveta da marinha de guerra norte-americana, a “IX-99” (ex-yacht “Sea Cloud”) e conduzidos ao porto de Boston. Relato semelhante foi publicado no “Diário de Notícias”, também no dia 3 de Setembro. (Por estes dados se depreende que o primeiro artigo do “Ilhavense” continha algumas incorrecções.)
No dia 18 de Julho, esses oito homens desembarcaram num porto dos E.U.A. e em Agosto, quatro deles – Sílvio Ramalheira, José Tróia, José Martins Júnior e António Santos - embarcaram em Baltimore, a bordo do paquete “Niassa”, seguindo para Lisboa, onde chegaram no dia 2 de Setembro. No dia seguinte, os náufragos foram ouvidos na Majoria Geral da Armada e no Comando da Polícia Marítima, após o que seguiram para Ílhavo.
No entanto e de acordo com o jornal “Diário da Manhã” de 5 de Setembro, os quatro tripulantes do “Maria da Glória” iriam voltar a Lisboa por indicação médica para serem internados nos Serviços Hospitalares Corporativos da Liga dos Amigos dos Hospitais, pelos ferimentos e traumas sofridos no naufrágio.
Entre os 36 mortos e desaparecidos do afundamento do “Maria da Glória” estavam várias parelhas de irmãos, entre elas por exemplo dois jovens da Gafanha da Encarnação, os irmãos José Augusto Cardoso Roque com 22 anos de idade e Manuel Cardoso Roque, de 18 anos de idade, ambos solteiros. Eram os mais velhos dos 12 irmãos. Mais tarde, um dos sobreviventes da tragédia contou à família que José Augusto Cardoso Roque seguia a bordo do dóri onde iam os oito sobreviventes. No entanto, o amor fraternal e os gritos de desespero do irmão mais novo, que seguia num outro barco, levou-o a pedir para mudar para o outro bote, de modo a poder acompanhar e confortar o irmão Manuel. E assim, ambos desapareceram para sempre nas águas do Atlântico. A tragédia ocorrida em 1942 aconteceu 25 anos após o regresso de Augusto Roque, o pai dos dois infelizes tripulantes, de França, onde combateu contra as tropas Alemãs durante a I Guerra Mundial.
 
A tragédia do “Maria da Glória” foi causada pelo submarino Alemão U-94, da classe VIIC, o qual nas duas fotos a preto e branco se pode ver à superfície e a embarcar um torpedo. O quadro seguinte apresenta um resumo da história deste “U-boot”, nome pelo qual eram conhecidos:
 

Tipo
VIIC
U-94
Ordenado
30 de Maio, 1938
 
Construção
9 de Setembro, 1939
Germaniawerft, Kiel - Alemanha (obra 599)
Lançamento
12 de Junho, 1940
 
Comissionado
10 de Agosto, 1940
Cap. Herbert Kuppisch (Cavaleiro da Cruz de Ferro)
Comandantes
10 de Agosto, 1940 - 29 de Agosto, 1941 -- Cap. Herbert Kuppisch (Cavaleiro da Cruz de Ferro)
 
29 de Agosto, 1941 - 28 de Agosto, 1942 -- Op. Otto Ites (Cavaleiro da Cruz de Ferro)
Carreira
10 patrulhas
10 de Agosto, 1940 - 31 de Outubro, 1940 (treino)
 
 
1 de Novembro, 1940 - 28 de Agosto, 1942 (frente)
Sucessos
26 navios afundados, total de 141.852 TB
 
1 navio danificado, total de 8.022 TB
Fim
Afundado a 28 de Agosto, 1942 no Mar das Caraíbas, posição 17,40 N, 74,30 W por cargas de profundidade de um aviâo "Catalina" dos E.U.A. (VP-92) e abalroamento pela corveta Canadiana HMCS "Oakville". 19 mortos e 26 sobreviventes.

 
O comandante na altura responsável pelo U-94 e morte de 36 pescadores Portugueses foi Otto Ites, nascido em 1918 em Norden, no noroeste da Alemanha. Otto Ites incorporou a Kriegsmarine em Abril de 1936 e era membro da chamada Equipa Olympia. Serviu alguns meses nos torpedeiros “Kondor” e “Albatros” antes de ser transferido para a força U-Boot em Outubro de 1938.
Após algum tempo no U-51, tornou-se segundo oficial de observação no U-48. Em Março de 1941 deixava o U-48 e após duas semanas de treino em comando, assumiu o U-146, onde fez duas patrulhas no Mar do Norte e no Mar Báltico. Em Agosto desse ano deixou o U-146 e assumiu o U-94 de Herbert Kuppisch.
Em quatro patrulhas, a maioria delas no Atlântico Norte, Ites afundou 13 navios. Na sua quinta patrulha, a sua área operacional era o Mar das Caraíbas e a 28 de Agosto de 1942 o U-94 foi afundado por cargas de profundidade de um avião e atacado pela corveta Canadiana HCMS “Oakville”, 7 semanas após ter afundado o “Maria da Glória”. Ites estava entre os 26 sobreviventes e foi prisioneiro de guerra nos E.U.A. até Maio de 1946. Após o seu retorno tornou-se dentista, até de incorporar na Bundesmarine em 1956. Aqui serviria 2 anos no destruidor Z-2 como comandante, ocupando depois vários cargos de Gabinete.
Otto Ites aposentou-se em Setembro de 1977 com o posto de Konteradmiral e morreu a 2 de Fevereiro de 1982 na cidade onde nascera.
 
Embora não encontre ligação entre o nome do protagonista do relato seguinte e a tripulação do “Maria da Glória”, o boletim mensal do Núcleo de Amigos dos Pescadores de Matosinhos (NAPESMAT), de Janeiro de 2008  publica o relato de um neto dum dos “sobreviventes” deste naufrágio, o qual passo a transcrever:
«Francisco Gomes Ferreirinha nasceu no lugar d’Afurada, Santa Marinha, Vila Nova de Gaia, a 29 de Março de 1880. Era filho de José Gomes Ferreirinha e Ana Roza. Casou com Ana de Jesus, natural de Riba-Ul, Oliveira de Azeméis em 25.11.1900 e tiveram sete filhos, Moisés, Rosalina, Leopoldina, José, Esperança, António e Clemente, este, o mais novo morreu ainda solteiro.
Refiro-me ao meu avô de quem tenho boas recordações e que cedo começou a pescar no Rio Douro e no mar junto á costa, mas, foi na Epopeia da Pesca do Bacalhau, nas longínquas terras da Gronelândia onde passou grande parte da sua vida. Naquele tempo as viagens ao bacalhau duravam alguns meses. Os nossos pescadores estavam ausentes dos lares e as notícias escasseavam, e assim, a minha avó Ana de Jesus trabalhava arduamente vendendo peixe, para matar a fome aos seus sete filhos; nos dias em que havia uma panela de sopa era um grande festim lá na sua humilde casa. Naquele lar a grande alegria só aparecia com a chegada do meu Avô Francisco, trazendo algum dinheiro, bacalhau salgado, incluíndo caras, sames e línguas. Apesar da sua humilde origem o meu avô tinha alguma cultura e um grande àvontade em falar que lhe provinha da leitura de livros durante as travessias para a pesca do bacalhau, e dizia-se que ele quase sabia de cor o livro de Victor Hugo, “Os Miseráveis”, por isso teve, muitas vezes, que enfrentar o então Comandante Tenreiro para discutirem problemas da classe piscatória, pois na altura não havia Sindicato dos Pescadores, mas, tinha que haver alguém, oficialmente, a representar a classe; em certas circunstâncias foi várias vezes ameaçado de cadeia. Houve várias histórias em que esteve envolvido e que se contavam na Afurada, demonstrando que ele era um desassombrado e verdadeiro líder, mas, a mais vincante foi aquela que se passou durante a II Guerra Mundial nos mares da Terra Nova.
Apesar de Portugal ser neutral, os submarinos alemães que rondavam por esses mares para afundarem os barcos Franceses e Ingleses sem apelo nem agravo, com os Portugueses eram mais condescendentes deixando que os seus tripulantes seguissem nos “dóris” com alimentos e água, remando até à costa do Canadá. E isso também tocou ao Francisco. Contavam na Afurada que certo dia foram abordados por um submarino alemão, e num bote salva-vidas alguns marinheiros armados de metralhadoras “convidaram” o Capitão, Oficiais e um representante dos pescadores para irem a bordo do submarino, que estava á superfície, onde se via pintado no convés a bandeira alemã e a cruz suástica.
Perfilados no convés estava a tripulação com o Comandante do submarino, ainda novo, aparentava ter perto de trinta anos, que começou a falar para outro que servia de tradutor e que falava um espanhol agalegado. Perguntou de que praça eram, e quando disseram matriculados em Aveiro, o Capitão sorriu e disse que conhecia muito bem essa zona, pois tinha estado de férias na Costa Nova. Depois disse-lhes que os deixava ir nos dóris com alimentos em direcção á costa do Canadá, mas, ao terminar, perguntou-lhes o que fariam, se pudessem, á bandeira alemã que estava pintada no casco. Todos ficaram como que paralisados, mas, perante este vácuo, o Francisco, olhando de frente o Capitão e apontando para a nossa bandeira içada no mastro, disse: “ Faria exactamente o mesmo que vão fazer à nossa!” Houve durante uns segundos que pareceram uma eternidade, um silêncio sepulcral, então, o Capitão disse ao tradutor: - “Diz ao português que ele é um Português de raça!”
O meu avô, quando acabou a sua faina do bacalhau, viveu na Afurada até pouco depois da morte da minha avó, em 13 de Outubro de 1947. Passado algum tempo e como sentia muito a falta da sua Ana de Jesus, o seu filho, António, meu pai, convidou-o a viver connosco em Matosinhos, onde faleceu em 28 de Agosto de l953, tinha eu 9 anos de idade. Como éramos nove (os meus pais, 6 filhos e o Avô), numa casa tão pequena, tive o grande privilégio de partilhar a cama com o meu Avô.»
Fernando Gomes Ferreirinha
 
****
Tripulantes e pescadores:
 
 
***
Espero de futuro apurar porquê que o nome deste “pescador sobrevivente” não se encontra na lista dos 44 homens da tripulação e pescadores. Nunca mais os pescadores que sobreviveram voltaram à pesca do bacalhau, tão traumática foi a sua demanda. Uma das excepções foi João Maria Costeira que andando já há 7 anos na pesca, apesar do sucedido voltaria a pescar mais 16 anos ao bacalhau.
Depois de ter investigado e agregado toda a informação possível para escrever este artigo, várias vezes acabo por me encontrar “distraído” a pensar nesta história, não só pela sua vertente trágica para com homens e famílias humildes apenas em busca do pão, mas também a imaginar cenários e respostas para tal acção por parte de um agressor que não tinha ao que parece qualquer razão militar para afundar o lugre. Existem registos afirmando que o lugre se encontrava em zona de comboios Aliados e sem marcas de neutralidade e por tal, sem aviso prévio recebeu duas rajadas de tiros que mataram dois pescadores. Ao sucedido, de imediato o Capitão S. Ramalheira mandava abandonar o navio. Tal parece-me estranho para um simples navio de pesca à vela e madeira, nitidamente inofensivo. Verificam-se contradições nos vários relatos.
O U-94 durante os seus dois anos de serviço teve 27 “sucessos”, 26 deles navios afundados de várias nacionalidades. Todos estes navios tinham uma tonelagem média de 5.750 TB (toneladas brutas), excepto um, o “Maria da Glória” com apenas 320 TB. Esta diferença abismal de tamanho demonstra na minha opinião que o lugre foi afundado por outras razões que não a militar, o que seria crime de guerra. Diz-se também que seria uma forma de Hitler pressionar Salazar para o fornecimento de volfrâmio à Alemanha, o que de novo me traz dúvidas em ser feito contra simples lugres de pesca à vela.
A verdade é que o acto levaria a vida a 36 homens, 34 deles de forma agonizante durante pelo menos 11 dias à deriva num mar sem fim e marcaria psicológicamente para sempre os 8 sobreviventes. Só Otto Ites nos poderia dizer a razão pela qual decidiu matar sadicamente 42 pescadores pondo-os à deriva e quiçá o registou, encontrando-se esse registo algures guardado. Para apurar.
 
Bernardo Santareno, que andou no bacalhau como médico e autor da peça "O Lugre", descreve a tragédia do "Maria da Glória" no seu livro "Nos Mares do fim do Mundo", baseando-se em testemunhos orais dos sobreviventes. É uma obra que ainda não possuo, mas um dia ajudar-me-à a completar a visão destes dias há 66 anos atrás. Marca-me particularmente o exemplo dos dois irmãos da Gafanha que morrem ao desaparecerem juntos, pois só tenho um irmão e também 4 anos mais novo... .

Fontes:
Uboat.net
Museu Marítimo de Ílhavo – fotos/fichas dos pescadores
Boletim MARÉ - NAPESMAT
Ricardo Matias – comentários


publicado por cachinare às 08:26
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5 comentários:
De jaime pontes a 29 de Janeiro de 2009 às 20:53
Boa noite amigo Fangueiro, cada vês que véjo estas fotos fico estarrecido,como ,porquê não havia nesseçidade ,más éra a Guerra e deus nos livre de Guerras,portanto aconteçeu infelismente ,.Os que escaparam na altura ,sofreram muito e foi um milagre salvarem-se,tantos dias a deriva dentro de quatro tabuas sem roupa ,sem agua ,sem comida ,nada,só dia ,noite e maus tempos ,assim febris já em desespero, foi sorte ainda assim viverem .Amigo Fangueiro vá escrevendo o que sabe porque me sábe bém ler ,embora eu já tinha ouvido contar ésta história ,más não condis com o que vou lendo ...sem mais um abraço ....Jaime Pontes...


De Raquel Sabino Pereira a 19 de Maio de 2011 às 14:24
Viva, António!! Divulguei no Facebook!
Um abraço!
Raquel


De João Marçal a 26 de Janeiro de 2016 às 19:50
Belo artigo.
Partilhei no facebook.
Obrigado
JM


De João a 28 de Janeiro de 2016 às 02:49
Muito bom artigo, os meus parabéns e também agradecimento pela publicação
Gostaria de falar cnsigo, caso não seja maçada, agradecia me contactasse para o email que deixei ou indicasse o seu


De cachinare a 29 de Janeiro de 2016 às 18:28
Obrigado pelo seu comentário. O meu email é cachinare@sapo.pt


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