Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Aquele Portugal.

 

A bonita proa fina de um barco da neta, da Nazaré.



publicado por cachinare às 23:17
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2 comentários:
De Jaime pião a 20 de Maio de 2015 às 22:08
A linda Nazaré como pano de fundo ,os barcos e um pescador com seu trajo peculiar ,o fotografo ainda teve tempo de apanhar um jovem a mudar de calção ou algo no género estando em trajes menores ,mas eram coisas de outros tempos lá como cá em Caxinas era igual .Não há dú
vida de uma coisa ,a foto foi muito bem conseguida .
Outros tempos que o tempo não apaga !!!


De Anónimo a 21 de Maio de 2015 às 13:15
E a pretexto desta bela fotografia da típica praia da Nazaré, porque não evocar aqui alguns nomes dos meus saudosos amigos de há mais de meio século, das andanças bacalhoeiras, tais como o Francisco Ramiro Labrego Pescadinha, o Francisco António Meca Anastácio Balau, o João Emílio Delgado Godinho, e tantos outros nomes mais ou menos castiços que de momento nem me ocorrem?
E ao evocarmos a Nazaré é imperdível esquecer o lugar do Sítio, onde se teria dado o milagre de D. Fuas Roupinho quando perseguia um veado e quase ia mergulhando no precipício.
Os bacalhoeiros de então, como não tinham acesso à rádio e muito menos à televisão, entre outras cantarolavam assim:

No Sítio, da Nazaré,
Segundo a nossa fé,
Lá está Nossa Senhora.
A velar constantemente,
Por essa heróica gente,
Que anda pelo mar fora.

E já agora, quanto ao cancioneiro dos nossos milhares de pescadores vilacondenses, nomeadamente das zonas da Doca, das Caxinas e Poça da Barca, sem esquecer Vila Chã?
Durante décadas e décadas de Faina Maior, qual será o manancial acumulado ao longo dos anos pelos responsáveis pela Cultura de Vila do Conde?
É que, para além de mais ou menos pesarosos, irem «chorar a pitanga», em momentos convenientes, uma prova de amor às laboriosas gentes do mar,
é também preservar sua Cultura e suas Memórias.
Se possível, medite-se um pouco no «Cante Alentejano», agora elevado a Património Imaterial da Humanidade . . .

Al bino Gomes


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