Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
Arte marítima.

Wellington Ward - The Doryman

Pescadores de bacalhau certamente portugueses, pois a vela içada ao longe é a típica poveira. Um homem por bote é outro detalhe que o evidencia.

“The Doryman” - Wellington Ward



publicado por cachinare às 20:59
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3 comentários:
De jaime pião a 14 de Setembro de 2017 às 22:53
Belo quadro pintado ,dois botes um a vela e outro a remo ,mais parecido com bote de pescador Português o de remo ,já o de vela ,não é nada parecido com Português e muito menos Poveiro ,o desenho está mal ,porque o bote em si é mais comprido e o homem nunca pode ir na ré a fazer leme com vela em cima ,pelo menos os Portugueses não procediam assim ,mas como é uma pintura está mais ou menos sim ,parabéns ao pintor !


De Albino Gomes a 16 de Setembro de 2017 às 12:54
Na verdade, típico é os nossos vizinhos da Póvoa chamarem poveiro a quanto lhes der jeito . . . Já aqui há cerca de uma dezena de anos, numa Conferência Internacional, realizada na Bibliotéca Municipal da Póvoa, em que tivemos o prazer de participar, o consagrado Arquitecto Lixa Filgueiras, se referiu que «não era propriamente correcto chamar-se vela poveira», o que na altura provocou um certo burburinho na sala, protagonizado pelo saudoso Manuel Lopes, apaixonado poveiro dos quatro costados . . . Aconteceu porém, que logo nas intervenções seguintes, um dos conferencistas, em representação da Federação Galega pela Cultura Marítima, corroborando as anteriores e sábias palavras de Lixa Filgueiras, afirmaria que «Na verdade, tal como por vezes acontece em Espanha, era um abuso, haver uma qualquer terra pretender usurpar o património que era de todo um povo» . . .


De Al bino Gomes a 19 de Setembro de 2017 às 17:24
Conforme já referi algures, no próximo Sábado, 23 de Setembro, luzidia embaixada de antigos bacalhoeiros de Vila do Conde, nomeadamente dos lugares de Caxinas, Poça da Barca e lugares limítrofes, iram "bolinar de autocarro", rumo a Ílhavo, onde visitarão a Gafanha da Nazaré, Jardim Oudinot, Sto. André, . . . e matarão "saudades" de ver bacalhau ao vivo, no Aquário do Museu Marítimo de Ílhavo . . .
Como recordar, é viver até morrer,
Lá estaremos para ver . . .


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