Domingo, 1 de Fevereiro de 2015
Comunicado - Comunidade de Caxinas.

igreja barco caxinas pescadores snhor navegantes

«A Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes é uma referência e um orgulho da nossa comunidade, nacional e internacionalmente conhecida como a Igreja do Barco.
 
Em 2008 foi aprovado um projecto de construção de apartamentos a norte da nossa igreja, mas esse projecto em nada colidia com o interesse da Igreja da paroquia, pois a igreja ficaria no centro de um belo jardim... .
 
Hoje na 2ª fase de execução da obra, é um verdadeiro atentado ao interesse público, a Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes ficará abafada por esses apartamentos, (3,5m a separará); isto está a revoltar muito a nossa comunidade, um atentado à luta dos nossos antepassados, à nossa história, à nossa honra .
 
O projecto sofreu um aditamento de legalidade duvidosa, em 2011 pela calada e de forma cobarde no agir da autarquia, que hoje não assume responsabilidades, pelo menos sem a pressionarmos mais. Desde que a autarquia foi questionada da legalidade do projecto, o que se vê é um acelerar das obras, como se alguém da câmara alertasse o empreiteiro para a situação... . 
Mário de Almeida, ex-presidente da câmara de Vila do Conde assinou esse aditamento, uma traição a uma comunidade que sempre o teve como amigo... .
Ajudem-nos a forçar medidas que impeçam este lesar do interesse público; a câmara tem de embargar a 2ª fase enquanto é tempo.
 
Vimos por este meio pedir que entre em contacto connosco, para de forma séria, verdadeira, idónea e neutral possam fazer noticia, informar e formar a nossa comunidade, porque é o interesse de todos que está em causa.
Vamos salvar um património que é de todos, dos Caxineiros, dos Vilacondenses, dos  Portugueses e do Mundo.
 
A nossa Igreja do Barco é de todos. Obrigado.» comunidadedecaxinas@gmail.com


publicado por cachinare às 22:50
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28 comentários:
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2015 às 13:10
Será que, finalmente, a laboriosa comunidade Caxineira irá despertar de tão longa apatia?
Será que só agora vão descobrir os seus «falsos amigos» a quem, no fundo, nada mais interessava do que os muitos votos existentes na populosa paróquia das Caxinas e Poça da Barca?...
Será que agora, a actual Presidente da Câmara é que tem de «descalçar a bota» corrigindo erros do tempo do «quero posso e mando»?...
Provavelmente, enquanto vereadora, (mais ou menos coagida...) também terá pactuado nesse passado recente.
E o Rev. Pe. Domingos, dentro dos sagrados conceitos do Evangelho, com todo o poder e mobilização da sua palavra, não irá ainda a tempo de «SEPARAR O TRIGO DO JOIO» na tentativa de ali repor a verdade e a justiça, na defesa da sua Igreja?
De nossa parte, cremos que sim.

Não esqueçamos de que
QUANDO DEUS QUER,
E O HOMEM PODE,
A OBRA NASCE .

Al bino Gomes


De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2015 às 19:55
j


De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2015 às 20:02
Hoje surgiu publicamente um email, dizendo sair da Comunidade Caxinas e com os nomes e os telefones da Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes, do Juiz Alfredo Coentrão e do Tesoureiro Zacarias Gavina.
Todos estes imediatamente disseram nada terem com tal email, o que demonstra a falsidade do mesmo e a lamentável falta de seriedade de quem anonimamente o enviou


De António Postiga a 2 de Fevereiro de 2015 às 20:39
Não deviam colocar os nomes e os contactos das pessoas, mas o que está escrito está correto.


De Antonio Postiga a 2 de Fevereiro de 2015 às 23:32
Também desmentiram o comunicado de forma anónima, onde está então a seriedade de quem desmente?


De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2015 às 12:48
Para esclarecer a verdade, nada interessará estas mensagens anónimas, que nem sequer nos dizem onde está o tal desmentido do Juiz e do Tesoureiro, zeladores e responsáveis pela preservação da Igreja do Senhor dos Navegantes.
O que interessa saber é o seguinte :

1º- É ou não verdade haver um projecto de 2008 para construção de um prédio de apartamentos mais a Norte, em que a «Igreja ficaria no centro de um belo jardim»?...
2º - É ou não verdade que «em 2011 o projecto sofreu um aditamento de legalidade duvidosa, pela calada e de forma cobarde, no agir da autarquia»?...
etc...etc...etc.

E finalizando, a quem interessará todas estas manobras então denunciadas?...

Portanto, com mais ou menos emails, e tal como diz o nosso povo em bom português, não valerá a pena estarmos para aqui A DISCUTIR O SEXO DOS ANJOS...

a) Al bino Gomes


De Anónimo a 4 de Fevereiro de 2015 às 18:15
Lamentável foi a posição da rádio linear, que desmentiu o email, dizendo que era falso.
Basta olhar para a Igreja e para a obra para ver que o email é verdadeiro.
A Rádio Linear, não é neutra, nem faz informação, é um braço disfarçado do partido socialista e da câmara municipal.

Até a rádio Linear desrespeitou os caxineiros, afinal as pessoas das Caxinas vão ser consideradas vilacondenses de 2ª, vamos ser comidos por burros mais uma vez.... Desta vez com a benção do padre.

Vergonha silenciosa!


De Alexandre Festas a 3 de Fevereiro de 2015 às 08:00
Preocupam-se agora como fica esteticamente a igreja, não se preocuparam, e continuam sem se preocupar com as habitações que lá estavam antes da igreja. Será que a "igreja" que devia servir a população está acima do interesse de toda a população?!


De António Postiga a 3 de Fevereiro de 2015 às 20:30
Ao sr Alexandre Festas digo-lhe que não se trata de uma questão de estética mas sim o que está em causa é a alma da igreja, que é a alma de um povo, o povo caxineiro , que vê na sua igreja o símbolo mais nobre da sua terra.
Esta igreja foi construída no terreno da igreja velha que já teria perto de 100 aos e que foi demolida e que eu saiba nunca existiram problemas urbanísticos daí resultantes.
Quanto à casa velha que está ao lado da igreja e aquele "curral de pombas" onde vivem pessoas indignamente e se calhar ilegalmente, é que a câmara devia urgentemente arranjar uma solução.


De Alexandre Festas a 3 de Fevereiro de 2015 às 23:25
Sr. António Postiga, apenas lhe digo que não fale do que não sabe...


De António Postiga a 4 de Fevereiro de 2015 às 00:04
Se não sei e admito que não saiba tudo, agradecia que o sr. me esclaresse para ficarmos todos bem informados. No entanto penso que este blog é um espaço fundamentalmente para dar opiniões e enquanto houver liberdade de expressão devemos fazê-lo.


De Alexandre Festas a 4 de Fevereiro de 2015 às 00:11
Primeiro: A casa antiga estava antes da igreja antiga, e a casa como está já estava quando a igreja foi feita...
Quanto à casa velha, como o senhor chama, e o "curral de pombas" (que esperemos que nunca ninguém se refira com termos tão depreciativos a si ou ao que é seu) já pensou que grande parte da culpa, senão quase toda, será do executivo anterior?!


De António Postiga a 4 de Fevereiro de 2015 às 09:32
Antes de mais peço desculpa do termo usado para referênciar o anexo, mas não é meu esse termo, limitei- me a reproduzilo. Se a casa ao lado já existia antes da construção da igreja antiga, que ainda iriei confirmar, isso não acarretou nenhum problema urbanístico. O problema está no anexo, licenciado para arrumos, que agora tem dois pisos e mora lá gente indignmente, para além das asneiras que estão a fazer no adro da igreja.


De Alexandre Festas a 4 de Fevereiro de 2015 às 09:41
Mais uma vez, refiro que fala do que não sabe. A casa tem licença de habitabilidade, garantidamente... O problema urbanístico que acarretou foi não poder fazer do terreno o que se quer, pois a igreja estar lá restringe muita coisa a nível de construção... E reitero que o problema se deve muito ao anterior executivo... Quanto às pessoas, isso é algo diferente dos problemas urbanísticos, mas garanto-lhe que também está a tentar ser resolvido...


De anonima a 3 de Fevereiro de 2015 às 13:08
Fgh


De anonimo a 3 de Fevereiro de 2015 às 13:17
Concordo plenamente como paroquiano das caxinas que sou, com este email de indignaçao que está a abalar a populaçao.. Infelizmente as coisas ate agora têm sido camufladas mas ta prestes a aconteçer o 25 de abril..
Como é possivel a camara de vila do conde "dizer" ser amiga de caxinas e aprovar esta barbaridade..
Em breve sera organizada uma manifestaçao junto á nossa igreja para todos juntos manifestarmos a nossa indignaçao.. Nos aguardem


De Caxineiro indignado a 4 de Fevereiro de 2015 às 08:48
Esta situação é uma vergonha gigantesca, quando as Caxinas acordarem o monstro estará gigantesco, abram os olhos...

Sendo a Igreja considerada um monumento de utilidade pública a obra é obrigada a parar imediatamente.

O padre? Porquê o silencio ruidoso do Monsenhor Domingos?
Não se pode agradar a Deus e ao Dinheiro, não pode defender a comunidade e encobrir as misérias da câmara, desta ou da anterior. Será preciso falar ao Bispo?

Monsenhor mobilize a comunidade enquanto é tempo... Ou também não vai sair bem na fotografia.

A comissão fabriqueira da Igreja o que faz? Só quando o cimento chegar ás escadas da sacristia é que se mexerá?

A associação que defende os costumes e património das Caxinas? A Bind ao Peixe não se manifesta? Parece que já se vendeu aos interesses instalados...

Passarão as comissões de festas, os padres, as câmaras, só o nosso património lesado é que fica para memoria futura.

Manifestem-se, organizem-se, contem comigo, noutras terras com fama muito mais pacifica que a nossa, já se tinham tomado medidas..


De António Postiga a 4 de Fevereiro de 2015 às 09:44
Os homens morrem e as obras ficam e os nossos netos, bisnetos e gerações futuras ficaram com este "adasmastor" a ensombrar a alma da nossa terra que é a nossa igreja. Nunca irão perdoar a quem aprovou esta monstruosidade.


De Laidinha Patricia Reitor a 4 de Fevereiro de 2015 às 22:52
É com o máximo de respeito que, venho por este meio expressar também a minha opiniao como caxineira e amante da Igreja que sou. É preciso deixar claro , que quem deveria tomar posiçao contra este projeto (aqui referido), já tomou,já fez e continuará a fazer dentro do possivel o melhor para a Igreja. Acho que a comunidade e principalmente,cada um de nós que estamos inseridos nela, devîamos de parar imediatamente de criticar e falar daquilo que nao se sabe ao certo e sim ir ao que interessa verdadeiramente, que é unirmo-nos! Respeitosamente, Laidinha.


De Anónimo a 5 de Fevereiro de 2015 às 08:45
O respeito é muito bonito, mas não acredite no que lhe dizem Srª Laidinha, acredite no que vê, observa e tire as suas conclusões,

Não é pelo pároco ou alguém da comissão fabriqueira da Igreja dizer que já tomou medidas que isso seja verdade.

Quando alguém da imprensa (pelo menos 3) foram á paroquia para fazer noticia e informar a comunidade, o porquê de alguém com 40 anos de casa proibir? Quem é que o Monsenhor quer proteger?

Amigos, amigos, negócios á parte, nós Caxinas, nós verdadeira Igreja, pedras vivas do templo (ás vezes poluído) do Senhor é que perdemos.

Caxinas é que perde, a Srª Laidinha daqui quando for mais madura e independente do pensamento, vai ver que a comunidade é que perdeu.


De Anónimo a 5 de Fevereiro de 2015 às 10:33
A atitude do Monsenhor Domingos Araújo também é de grande cumplicidade com a autarquia, empreiteiro e todo um conjunto de interesses que não são os da paroquia, como é possível tamanha apatia, a cada dia que passa a obra cresce de forma acelerada, esta falta de atitude dos responsáveis da Igreja, lesa não só o património material como o moral, há paroquianos que vão começar a ir á missa noutras paroquias, alguns com uma fé mais frágil pensam abandonar o culto, tudo isto porque não estamos a pôr os mandamentos de Jesus em primeiro lugar.


De Laidinha Patricia Reitor a 5 de Fevereiro de 2015 às 12:18
Já que fala da minha pouca maturidade e da apatia da ''comissão fabriqueira da Igreja'' ,aproveito para questionar de quem será afinal, a imaturidade e a cobardia ou apatia, uma vez que, eu dei a cara e o Sr. Anónimo não se identifica. Já que demonstra tal sabedoria acerca deste assunto, identifique-se de uma vez por todas e ajude a resolver juntamente com a paróquia, esta situação. Falando nos mandamentos, quem é o Sr. que tem o direito de falar sobre tal? Sabe por acaso, qual é o 8º mandamento da Igreja Católica? Pois, se não sabe eu deixarei aqui claro: NAO LEVANTAR FALSOS TESTEMUNHOS.


De Anónimo a 5 de Fevereiro de 2015 às 12:31
É assim mesmo laidinha. As pessoas nao se julgam pelas idades.
Deste a esse senhor Anónimo uma liçao de moral-
Que se identifique ,e que nos ajude a resolver o problema.Ja agora que pare de falar do nosso Monsenhor Domingos, pois o que ele nao merece, pois tudo tem feito pela nossa paróquia.Certamente está muito desagradado com o que se está a passar. Nao o atormentem mais. Que todos juntos lutemos , em vez de se fazer guerra. Bininha.



De Felisbina Maria da Silva Ribeiro a 5 de Fevereiro de 2015 às 12:33
O comentário acabado de escrever é meu, não tenho medo de dar o meu nome.


De António Postiga a 5 de Fevereiro de 2015 às 14:44
Penso que não interessa estarmos a guerrearnos neste blog e a dizer mal uns dos outros. Também acho que estar a dar opiniões de forma anónima não é nobre. Também penso que o nosso pároco é pessoa mais interessada em que haja uma solução para o bem da comunidade e está a fazer por isso. Cabe-nos a nós mostrarmos a nossa indignação e reprovação do que está a acontecer e se até ao fim de semana não houver soluções aí teremos que partir para outras manifestações e pedir aos orgãos de comunicação, concretamente a televisão, que venham desmascarar e mostrar ao mundo esta aberração.


De Anónimo a 5 de Fevereiro de 2015 às 19:00
Na verdade, e tal como diz o António, «não interessa estarmos pr'aqui a guerrearmos uns aos outros». Antes pelo contrário. O que nos interessa é exigir que se faça justiça. Isto é, cumprindo aquilo que estava projectado e aprovado em 2008, anulando o tal aditamento de 2011, posteriormente feito pela calada . . .
É que este truque dos aditamentos, já é velho. Mesmo muito velho.
Tal como nos relata a Bíblia Sagrada, bom seria Cristo voltasse novamente a Terra, para, com um feixe de cordas, expulsar os novos VENDILHÕES DO TEMPLO, que neste caso concreto, são aqueles que em 2011 aprovaram o famigerado aditamento em detrimento da Igreja do Senhor dos Navegantes, outrora construída em terrenos graciosamente oferecidos pela devoção e bairrismo de um vilacondense do lugar.
Maldita ganância deste mundo, até que, de repente isto se acaba, ...e vai tudo ao fundo.

Al bino Gomes


De Bola7 a 5 de Fevereiro de 2015 às 16:02
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