Sexta-feira, 4 de Março de 2016
A preto e branco.

Inger, Norwegian barque wrecked St. Pierre

“Inger”, uma barca norueguesa encalhada nas ilhas de São Pedro e Miquelão, Terranova.


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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015
A preto e branco.

pamirb

A barca “Pamir”, lançada à água em 1905 nos estaleiros Blohm & Voss, Hamburgo, Alemanha, ficou conhecida pelos escritos do capitão Alan Villiers (o mesmo que o fez a bordo do lugre bacalhoeiro português “Argus” em 1950) numa viagem para o Rio de Janeiro, Brasil. Naufragou em 1957, apanhada pelo furação Carrie, ao largo dos Açores. “Pamir” é uma cordilheira de montanhas na Ásia Central, formada pela junção dos Himalaias com Tian Shan, Karakoram, Kunlun e o Hindukush.


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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015
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Falls of halladale wreck

A barca “Falls of Halladale” foi construída em 1886 em Glasgow, Escócia, para o transporte de carga de longo curso. Com um desenho inovador para o seu tempo, tinha casco em ferro e quase 84 metros de comprimento. Na imagem é possível ver a romaria da altura ao seu encalhe próximo a Peterborough, em Victoria, Austrália. Ocorreu na noite de 14 de Novembro de 1908, quando em denso nevoeiro, rumou aos baixios da zona devido a um erro de navegação. A tripulação de 29 marinheiros foi resgatada, deixando o navio ainda como se estivesse a navegar, o que atraíu durante várias semanas curiosos ao local, até o navio se desmantelar por completo.


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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015
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Peter Iredale on Clatsop Beach. The wreck occured

A barca “Peter Iredale” encalhou na praia de Clatsop Spit em 1906, perto do canal do rio Columbia, Oregon, E.U.A.. Ainda hoje passados mais de 100 anos é possível ver os restos da sua estrutura altivos no areal.


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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
A preto e branco.

 

 

Uma fotografia de Alan Villiers da figura de proa do veleiro “Joseph Conrad”, veleiro esse que ele próprio adquiriu em 1934, salvando-o do abate. Originalmente construído na Dinamarca em 1882 sob o nome de “Georg Stage”, Villiers foi seu dono durante apenas 2 anos, passando depois para diferentes proprietários norte-americanos até 1945, altura em que ficou sob alçada do Mystic Seaport, um museu marítimo do estado do Connecticut, E.U.A..



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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
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Uma interessante “radiografia” do conhecido clipper “Cutty Sark”, mais conhecido pelo nome do que pelo facto de ter sido português durante cerca de 27 anos. Chamou-se sob bandeira nacional “Ferreira” (1895-1916) e “Maria do Amparo (1916-1922). Diz-se que em 1919 fez uma campanha de pesca ao bacalhau à Terra Nova, sem sucesso.


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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
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Um dos mais conhecidos e admirados navios portugueses, a barca “Foz do Douro”, sobre a qual várias pessoas vão escrevendo, nomeadamente nos seus blogues. Um deles é o Navios e Navegadores, onde se pode encontrar um artigo completo sobre este navio.

Autor:         COUTINHO, Gago

Título: A MINHA VIAGEM NA BARCA "FOZ DO DOURO" DO BRASIL A PORTUGAL e algumas reflexões náuticas

Desc.: Editora Marítimo-Colonial Lda, Lisboa, 1945. In-8.º de 4(1) págs. Br. Ilustrado em separado, com um mapa desdobrável, da rota da Barca "Foz do Douro" de Santos a Leixões (1943-44).

Obs.:         Publicação da notável conferência que o glorioso almirante Gago Coutinho realizou na Sala "Portugal", àcerca da sua viagem, à vela, na barca "Foz do Douro", do Brasil a Portugal.


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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
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Uma foto da barca “Wild Wave” em 1890, que permite admirar em doca seca as dimensões e forma destes navios. Foi construída em 1875 em Liverpool, Inglaterra, para uma companhia de Hobart, na ilha da Tasmânia (Austrália). Em 1923, em viagem de Melbourne para Adelaide, encontrou forte temporal e tentou abrigar-se na costa Norte da Tasmânia, aí fundeando. Mesmo assim, acabou por ser arrastada para a costa, onde naufragou. Toda a tripulação se salvou, passando as semanas seguintes e desmantelar o navio de tudo quanto tinha valor.


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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
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Uma das fotos conhecidas de Alan Villiers aquando das suas viagems no “Parma”, uma barca de 4 mastros da qual foi em parte proprietário. Essa viagem ocorreu em 1931, com o navio a transportar 62.000 sacos de trigo entre a Austrália e Inglaterra. Foi o veleiro de grande porte de maior sucesso no século passado, fazendo a rota em 83 dias em 1933.



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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
“Elena”.

 

 

 

A primeira menção a ele vi-a num artigo recente do blog “Santa Maria Manuela”, e pouco depois era-me indicado por um “amigo”, a quem agradeço, pois foi o que bastou para escrever umas linhas sobre esta fantástica escuna. Trata-se da escuna “Elena” (site oficial), cujo texto abaixo descreve mais em pormenor e saliento a 3ª foto, onde é possível ver o ex-bacalhoeiro português “Santa Maria Manuela” (pela popa do “Elena”), ainda em trabalhos de completo restauro, nos mesmos estaleiros da Galiza onde este novo Elena” nasceu (foto 1).

Dificilmente se poderá afirmar que este foi “dinheiro mal gasto”, pois recriar fielmente a memória do mar também desta forma, merece o maior louvor. É sem dúvida uma embarcação de luxo, e quando vejo gente estrangeira a transformar parte das suas fortunas nisto, penso nas fortunas de muitos portugueses... . É que Portugal é(ra) um país de marinheiros, mas a última referência que tenho e conheço de um caso semelhante, é a da família d´Orey (também ligada à pesca do bacalhau) com o seu iate “Irma” (foto 4) no longínquo ano de 1919. E assim, seja rico seja pobre, nos afastamos do Mar clássico que nos engrandeceu.
A firma Pascoal & Filhos com os dois ex-bacalhoeiros de 1937 e 1939 que tem hoje em mãos, “Santa Maria Manuela” e “Argus”, julgo que percebe e bem este moderno mal português, procurando contrariá-lo. Quem lhes seguirá os passos?
 
«Há algo de indelével e evocativo nas grandes escunas de competição dos inícios do séc. XX. Construídos à mão pelos mais hábeis artesãos navais, numa era em que um yacht veloz era também um belíssimo yacht, o “Elena” era um dos mais rápidos quando foi lançado à água em 1911. Foi uma gloriosa prova para Morton Plant que, em 1910, comissionou o “Elena” com uma simples frase: “Construa-me uma escuna que ganhe!”. Nathanael Herreshoff fez-se ao desafio, melhorando o seu desenho do “Westward”, construído apenas um ano antes. O “Westward” era já um vencedor, mas Herreshoff estava convencido que poderia melhorar ainda mais o desenho.
Acima da linha-de-água, o “Westward” e o “Elena” eram idênticos. Abaixo, contudo, ao “Elena” foi dada uma quilha ligeiramente mais cheia, baixando o seu centro do lastro e melhorando a manobra a sotavento. Esta escuna foi lançada no ano seguinte e logo venceu as várias regatas contra a nata das escunas americanas de então, como o “Westward”. Dezassete anos mais tarde, surgiria a maior vitória de todas: a travessia do Atlântico.
Sendo uma história de ambição e sucesso desde as primeiras décadas do séc. XX, a narrativa encontra eco nos primeiros anos do séc. XXI. Foi no ano de 2002 que o “Eleonora” foi construído, numa fiel reprodução do “Westward”. O Eleonora já impressionou a fraternidade das regatas e é esperado que o “Elena” traga a rivalidade mas também a camaradagem que cruzou os oceanos nos anos 1920s e 30s.
Sob uma nuvem de 1.000 metros quadrados de vela branca e sobre um amplo convés em madeira de teca, está uma experiência de navegação à vela como poucas antes dele. Meticulosamente construído conforme o desenho original de 1910, o novo “Elena” corta através das ondas com a graça de tempos já idos. Contudo, este é um navio da idade moderna, com o mais recente equipamento de navegação e comunicação, sistemas de lazer e ar condicionado, que tornam a sua manobra serena, sem diluir a emoção da vela tradicional.
Este “Elena” moderno foi construído e lançado à água na Galiza em 2009, para um comprador inglês,  com o casco em aço, segundo 320 planos desenhados à mão e fornecidos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Boston, E.U.A., bem como informações dos escritórios de design da família Herreshoff em Bristol, estado de Rhode Island.»
 
Algumas especificações do "Elena":

Tipo: A Class Racing Schooner
Designer: Nathaniel G. Herreshoff, 1911/2009
Arquitecto Naval: ACUBENS Naval Architects Madrid
Construtor: FACTORIA NAVAL DE MARIN Galicia, Spain
Comprimento total: 55.00 m, convés: 41.60 m, linha-de-água: 29.60 m
Boca: 8.14 m
Pontal: 5.20 m
Mastro Principal: Total acima de linha-de-água: 42 m
Área total de velame: 1.180 m2
Total Downwind: 1.800 m2
Tripulação: 8 em 5 cabines, passageiros: 10 em 5 cabines
Propulsão: motor MAN V12 D2482LE 600 cv @ 1.800 rpm
 
texto – adaptado / traduzido do site oficial do “Elena”.
fotos 1+2 - site oficial do “Elena” - ConceptWorks
foto 3 – Francisco Paião, blog Santa Maria Manuela

 


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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
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Esta extraordinária perspectiva mostra o veleiro de transporte “Grace Harwar”, com bandeira da Finlândia, a navegar em 1929. A foto é da autoria de Alan Villiers e foi a bordo deste navio que o mesmo viu pela primeira vez pescadores do bacalhau portugueses a pescar nos Bancos, sózinhos em dóris, algo que o impressionou em alto mar. Em 1950 estaria em contacto com esses mesmos pescadores, registando para a eternidade uma "Campanha do Argus".

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
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Nesta foto de 1890 é possível ver a barca de 4 mastros “Falls of Halladale” em doca seca para trabalhos de renovação. O seu casco era em ferro e foi construída em Glasgow, na Escócia no ano de 1886. Teve um fim trágico por puro erro humano, na costa da Austrália. Uma história mais em detalhe para o futuro.

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Terça-feira, 28 de Julho de 2009
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O navio nesta elegante perspectiva trata-se da escuna “Doris Hamlin” lançada em 1919 em Harrington, Maine, E.U.A., para cabotagem e transporte de passageiros. O autor da foto, Aubrey Bodine, referia em 1939 que fora um dos navios mais agradáveis onde tinha viajado. A belíssima foto parece comprová-lo.

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
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Foto de 1954 que mostra a barca portuguesa “Foz do Douro” comissionada pela Cruz Vermelha dos EUA a sair da baía do Delaware em direcção ao Atlântico. Para uma história completa deste belo veleiro que arvorou bandeira portuguesa durante muitos anos e acabou os seus dias desmantelado em Itália em 1957, consultar o blogue NAVIOS E NAVEGADORES.

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
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Há dias mostrei uma foto deste veleiro encalhado em 1913, o “Glenesslin”.
Eis outra perspectiva.

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009
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A 1 de Outubro de 1913, o veleiro “Glenesslin” encalhava na costa rochosa de Neahkahine, Oregon, costa oeste dos E.U.A.. A foto é de pouco tempo após o naufrágio, um dos mais badalados na costa leste do Pacífico. O navio foi construído em Liverpool em 1885 e conseguiu recordes de velocidade jamais batidos até hoje na sua categoria. O seu capitão na altura, de apenas 22 anos, bem como outros membros da tripulação encontravam-se embriagados na altura do desastre... .

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