Sábado, 16 de Março de 2013
Aquele Portugal.

 

«Na tarde serena de céu cor-de-rosa os barcos do candil, parados sobre as águas imóveis, acendiam os primeiros fachos, que mal se distinguiam na meia-luz do fim do dia. Eram estrelas amarelas sobre a água, donde subiam colunas de fumo grosso. Já brilhava o farol na ponta do cabo. As luzes dos barcos, como estrelas de oiro, tremeluziam na água, que se tornara escura e profunda.»

Branquinho da Fonseca, Mar Santo, 1971



publicado por cachinare às 17:33
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